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Ligando os pontos

Textos de Marcos de Vasconcellos, jornalista, CEO do Monitor do Mercado, colunista da Folha de S.Paulo e assessor de investimentos.

Investimentos verdes e sociais ganham espaço no mercado

Um relatório do Banco Mundial publicado neste mês mostra que, em 2020, o número de títulos soberanos verdes — emitidos pelos países, para arrecadar fundos para incentivar o uso de energia renovável ou cumprir metas de redução de emissão de carbono — mais do que dobrou. E sua arrecadação passou dos US$ 41 bilhões (quase R$ 215 bilhões).

Cerca de 60% dos países de alta renda possuem instrumentos financeiros públicos atrelados à sustentabilidade, enquanto o mecanismo é aplicado em aproximadamente 25% dos países com renda média alta e em pouco mais de 10% dos países com renda média baixa. A quarta categoria de nações sequer aparece.

Em 2021, houve um boom de “títulos sociais”, que financiaram projetos como empréstimos para compra de casas, financiamento de agricultores, expansão do acesso à saúde e a água potável.

Foram levantados US$ 206 bilhões (R$ 1 trilhão) por esse meio em 2021 e a previsão é chegar a US$ 300 bilhões (R$ 1,5 trilhão) neste ano, de acordo com John Gandolfo, vice-presidente da International Finance Corporation (IFC).

São títulos de renda fixa, emitidos por governos ou por players do setor privado, com diferentes retornos e fatores de risco.

Para quem busca investir em projetos com papel social e ambiental, um caminho interessante é aplicar em ETFs (fundos com cotas negociados em Bolsa) que compram esse tipo de papel. A variedade na Bolsa brasileira é pequena, tornando mais interessante, para os entusiastas, ter essa parte de seus investimentos no exterior.

Este é o tema da coluna de Marcos de Vasconcellos, CEO do Monitor do Mercado, na Folha de S.Paulo, nesta semana.

Clique aqui para ler o texto na íntegra.

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