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Ligando os pontos

Textos de Marcos de Vasconcellos, jornalista, CEO do Monitor do Mercado, colunista da Folha de S.Paulo e assessor de investimentos.

População está mais pobre e leva ações de varejistas à lona

A cesta básica em São Paulo já custa R$ 803, comprometendo 71,9% do salário mínimo, de acordo com dados do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

A alta dos preços chegou a esse pico justamente quando a renda média nas metrópoles brasileiras atingiu R$ 1.378,35. O nível mais baixo da série histórica, feita desde 2012.

Os elevadíssimos custos da alimentação esperam nova alavancagem. A Guerra na Ucrânia está travando a exportação de 25 milhões de toneladas de grãos que sairiam do país, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas).

A Índia, segundo maior produtor de trigo do mundo, enfrenta uma onda de calor recorde, que ameaça sua safra. E a briga pelos fertilizantes continua, enquanto a questão entre Rússia e Ucrânia não é definida.

Assim, olhando o mundo a partir do carrinho de supermercado, fica fácil entender por que as ações de Magazine Luiza, da Via (dona das Casas Bahia) e das Lojas Americanas caíram tanto neste ano. Os papéis MGLU3 despencaram 35,7%; os VIIA3, levaram um tombo impressionante de 44%; enquanto os AMER3 caíram 27%. São empresas que têm dificuldade em repassar o aumento de custos para o cliente final.

Este é o tema da coluna de Marcos de Vasconcellos, CEO do Monitor do Mercado, na Folha de S.Paulo, nesta semana.

Clique aqui para ler o texto na íntegra.

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