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Fundo, papel ou tijolo? Entenda os tipos de fundos de invesimento imobiliário (FIIs)

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Em 2019, novos investidores escolheram os Fundos Imobiliários (FIIs) como opção para rentabilizar seu capital.

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Foto: Hal Gatewood on Unsplash

O segmento colecionou um recorde: o volume de novas emissões foi o maior da história, com R$ 32,5 bilhões captados até novembro, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

De lá para cá, tivemos uma grande mudança de cenário: ninguém suspeitaria que antes do final do primeiro trimestre de 2020, estaríamos vivendo a pandemia de coronavírus, que impactaria todos os aspectos de nossas vidas, incluindo o financeiro.

Diego Siqueira, CEO da TG Core, gestora de recursos com foco no mercado imobiliário, afirma que é o momento para os investidores entenderem como funcionam os fundos, para investir de olho no longo prazo.

Papéis x Tijolos
Se tratando dos FIIs, eles podem ser divididos em dois tipos: os chamados fundos de tijolo e os fundos de papel.

"Podemos dizer que os fundos de tijolo são representados pelos imóveis físicos, que possuem CEP. Eles podem gerar renda constante a partir de aluguéis ou também da sua venda. Já fundos de papel atuam especialmente em recebíveis imobiliários: os CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e os LCI (Letras de Crédito Imobiliário) são os mais conhecidos e utilizados", explica Siqueira.

Portanto, os fundos de tijolos são os empreendimentos físicos, como escritórios, shopping centers, faculdades, galpões e armazéns, enquanto os fundos de papel são investimentos em títulos financeiros ligados ao mercado imobiliário, que geram lucro a partir dos juros e dividendos pagos por esses título, ou mesmo da venda deles.

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