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JUROS: Taxas abrem na estabilidade aguardando dados econômicos mais claros

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São Paulo, 15 de setembro de 2021 - As taxas dos contratos futuros de
Depósito Interfinanceiro (DI) iniciaram o dia na estabilidade, porém, os
contratos com vencimentos mais longos ainda apresentam um ligeiro viés de
queda. Segundo analistas de mercados, a indicação clara de que a Selic (taxa
básica de juros) subirá 1 ponto percentual (pp) na próxima reunião do
Comitê de Política Monetária (Copom), feita ontem pelo presidente do Banco
Central (BC), Roberto Campos Neto, tranquilizou os investidores.

Por volta dss 10h20 (horário de Brasília), o DI para janeiro de 2022 tinha
taxa de 7,00%, de 7,01% no ajuste de ontem
taxa de 8,85%, de 8,86%
e o DI para janeiro de 2027 tinha taxa de 10,39%, de 10,46%, na mesma
comparação. No mercado de câmbio, o dólar à vista operava em queda de
0,03%, cotado a R$ 5,2560 para venda.

"Roberto Campos Neto reforçou a manutenção da estratégia do BC com
relação à política monetária. Reiterou o último comunicado do Copom, que
deixou explícito aumento de 1 pp na Selic na próxima reunião. O discurso
contribuiu para o fechamento da parte curta da curva e acabou levando a um
'steepening' da curva. O BC deverá utilizar os instrumentos necessários para
trazer a inflação à meta em 2022, sem causar danos estruturais mais
relevantes", explicou documento da Ajax Capital.

O relatório matinal da Ajax Capital seguiu dizendo ainda que "contudo, BC
deve manter a cautela. Afinal, eventual enfrentamento frente à precificação
de juros do mercado pode se tornar novamente um risco (isto é, se analistas dos
mercados julgarem um erro no direcionamento da política monetária)",
acrescentou.

Já a Commcor Corretora iniciou seu relatório matinal com dúvidas em
relação ao desempenhos dos juros hoje. "Após forte reviravolta de
percepção com o COPOM após falas dovish de Roberto Campos Neto ontem e, do
exterior, decepcionante inflação norte-americana de agosto, abrimos a
quarta-feira curiosos com os desdobramentos nos juros futuros, mas com atenção
redobrada na agenda de indicadores", afirmou a corretora.

Eduardo Puccioni / Agência CMA

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