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JUROS: Taxas fecham em leve queda com pressão inflacionária

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São Paulo, 7 de maio de 2021 - As taxas dos contratos de juros futuros
(DIs) fecharam em leve queda, mas influenciadas por pressões em sentido
contrário nas pontas longa e curta da curva a termo. Enquanto os vencimentos
mais curtos reagiram às pressões inflacionárias e ao aperto monetário, os
vértices mais longos resistiram acompanhando a queda dólar, motivada pelo
relatório do mercado de trabalho dos Estados Unidos, o payroll.

Com isso, o DI para janeiro de 2022 fechou com taxa de 4,845%, de 4,800% no
ajuste anterior
DI para janeiro de 2025 ia a 8,07%, de 8,04% antes
tinha taxa de 8,64%, de 8,65%, na mesma comparação. No mercado de câmbio, o
dólar à vista operava em queda de 1%, cotado na faixa de R$ 5,22.

Na ponta curta, o viés foi de alta diante dos mais recentes sinais de
pressão inflacionária proporcionados pela leitura de abril do Indice Geral de
Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) e pelos ajustes relacionados à
previsão de continuidade do aperto monetário no Brasil.

O indicador de inflação medido pela Fundação Getúlio Vargas acelerou de
2,17% em março para 2,22% em abril na comparação mensal. No acumulado em 12
meses, o IGP-DI alcançou 33,46%. Ambos os resultados vieram acima da mediana
das estimativas coletadas pelo Termômetro CMA, de +1,63% no ano e +32,79% em 12
meses.

Anteontem, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC)
elevou a taxa Selic em 75 pontos-base, para 3,50% ao ano, e antecipou a
intenção de promover nova alta de mesma intensidade na reunião de junho.

Enquanto isso, alguns vencimentos mais longos apresentaram viés de queda ou
ficaram mais perto da estabilidade, o que levou a um achatamento da curva a
termo, observou um experiente operador do mercado de renda fixa. A moeda
norte-americana recua em reação ao resultado abaixo das expectativas do
relatório mensal sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos em março.

De acordo com dados do governo norte-americano, a economia dos EUA criou 266
mil postos de trabalho em março e a taxa de desemprego subiu de 6,0% para
6,1%. Analistas esperavam abertura de 1,05 milhão de vagas e taxa de desemprego
de 5,8%.

Ricardo Gozzi / Agência CMA

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