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JUROS: Taxas fecham em alta com pressões inflacionárias

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São Paulo, 10 de junho de 2021 - As taxas dos contratos de juros futuros
(DIs) fecharam em alta em um dia de agenda local fraca e pressão inflacionária
forte, com os dados sobre preço ao consumidor norte-americano em maio vindo
acima das estimativas dos analistas e pressionando a curva a termo.

Com isso, o DI para janeiro de 2022 fechou com taxa de 5,305%, de 5,240% no
ajuste anterior
o DI para janeiro de 2025 ia a 7,94%, de 7,85% antes
2027 tinha taxa de 8,42%, de 8,34%, na mesma comparação. No mercado de
câmbio, o dólar à vista operava de lado, cotado na faixa de R$ 5,06.

Hoje, o Indice de Preços ao Consumidor dos Estados Unidos (CPI, na sigla
em inglês) subiu 0,6% em maio na comparação com o mês anterior, já
descontados os fatores sazonais, segundo dados divulgados hoje pelo Departamento
de Trabalho do país. Em abril, o índice subiu 0,8% em comparação com
março. Em 12 meses até maio, o índice de preços ao consumidor subiu 5,0%.
Analistas previam alta de 0,5% no mês e 4,7% no ano.

Apesar da pressão inflacionária, parte do mercado acredita que o dado
talvez seja insuficiente para que o Federal Reserve (Fed, o banco central
norte-americano) abandone tão rapidamente a aposta no caráter transitório da
alta nos preços.

No cenário local, a aceleração do Indice de Preços ao Consumidor Amplo
(IPCA) em um ritmo ainda mais forte que o esperado em maio, anunciada ontem,
intensificou a inclinação da curva a termo em meio a temores de que o ajuste
tentado pelo Banco Central (BC) na taxa básica de juro precise ser mais
profundo.

Ricardo Gozzi / Agência CMA

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