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POLITICA: Avaliação negativa de Bolsonaro sobe a 50% - XP/Ipespe (amplia)

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Acrescenta mais informações da pesquisa a partir do segundo parágrafo.

São Paulo, 11 de junho de 2021 - A avaliação negativa do governo do
presidente Jair Bolsonaro cresceu pela nono mês consecutivo em maio e atingiu
50%, de 49% no mês anterior, segundo pesquisa da XP e da Ipespe. Quando a
avaliação negativa começou a subir, em outubro do ano passado, a taxa era de
31%.

O índice de 50% inclui os pesquisados que consideram o governo ruim ou
péssimo, e já havia sido registrado anteriormente em maio de 2020,
considerando apenas o governo Bolsonaro. O ex-presidente Michel Temer terminou o
mandato com uma avaliação pior - de 68%. Bolsonaro, porém, chegou a ter uma
avaliação negativa de 17% no início de mandato - em fevereiro de 2019.

Segundo a pesquisa, a parcela de entrevistados que considera o governo
Bolsonaro ótimo ou bom caiu de 29% para 26% entre maio e junho deste ano,
enquanto os que consideram o governo regular passaram de 20% para 22%.

A piora na avaliação do governo aconteceu a despeito da melhora na
percepção dos entrevistados a respeito dos rumos da economia - subiu de 26%
para 29% o grupo dos que consideram que ela está no caminho certo, e caiu de
63% para 60% os que consideram que o Brasil está no caminho errado nesta área.
Além disso, caiu de 50% para 45% os que dizem estar com muito medo do surto de
coronavírus.

"Esta é a primeira vez em que há um descolamento desses dois indicadores
em relação à avaliação do presidente, que tinham tendências coincidentes
até então", disseram a XP e a Ipespe em nota.

A pesquisa mostrou também que o percentual de entrevistados que desaprovam
a forma como Bolsonaro governa o país aumentou 2 pontos porcentuais (pp) em
junho ante maio, para 60%, enquanto os que aprovam caiu em 1 pp, para 34%.

A expectativa dos entrevistados para o próximo ano e meio de mandato do
presidente Jair Bolsonaro é ruim ou péssimo para 47% (+3 pp), ótimo ou bom
para 29% (-2 pp) e regular para 19% (-2 pp).

Foram realizadas 1.000 entrevistas, de abrangência nacional, nos dias 7, 8,
9 e 10 de junho. A margem de erro é de 3,2 pp.

Gustavo Nicoletta / Agência CMA (g.nicoletta@cma.com.br)

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