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JUROS: Taxas abrem com viés de alta à espera do Fed e do Copom

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São Paulo, 15 de junho de 2021 - As taxas dos contratos de juros futuros
(DIs) abriram com viés de alta com os investidores mais uma vez promovendo
ajustes em relação à expectativa quanto aos próximos passos dos bancos
centrais do Brasil e dos Estados Unidos, cujas reuniões de política monetária
têm início hoje e terminam amanhã.

Por volta das 10h, o DI para janeiro de 2022 tinha taxa de 5,39%, de 5,34%
no ajuste anterior
6,945%
janeiro de 2027 tinha taxa de 8,49%, de 8,44%, na mesma comparação. No mercado
de câmbio, o dólar à vista operava em alta de 0,1%, cotado na faixa de R$
5,07.

Na véspera, o avanço nos vértices mais curtos sinalizou um aumento da
precificação dos participantes do mercado quanto à possibilidade de um alta
na taxa Selic mais agressiva do que a inicialmente sinalizada pelo Comitê de
Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

Desde a reunião de maio, o Copom sinaliza a intenção de elevar a taxa
básica de juro em 75 pontos-base, a 4,25% ao ano, no anúncio marcado para
amanhã. Entretanto, os vencimentos mais curtos continuam apresentando
dificuldade em devolver parte do alto premio embutido, observa Luís Felipe
Laudísio, operador de renda fixa da Renascença Corretoria.

De acordo com ele, isto ocorre "muito por conta da expectativa de que o
Banco Central retire a menção ao ajuste parcial ou mesmo possa surpreender com
uma alta de até 100 pontos-base nesta reunião".

Analistas acreditam que a autoridade monetária brasileira esteja diante de
uma oportunidade de provocar um "choque de credibilidade" capaz de ancorar
as expectativas inflacionárias em meio a projeções de uma retomada econômica
mais rápida do que o anteriormente esperado.

Na avaliação de Camilla Dolle, analista de renda fixa da XP Investimento,
a dúvida não é a decisão em si, "mas a sinalização que virá no
comunicado, sobre os planos do BC para próximos passos da política monetária
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Ricardo Gozzi / Agência CMA

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