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CÂMBIO: Dólar oscila em alta digerindo números dos EUA, de olho em BCs

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São Paulo, 15 de junho de 2021 - O dólar comercial oscila em alta frente
ao real, exibindo forte volatilidade desde a abertura dos negócios quando
operou sem direção única. Investidores digerem os dados de inflação ao
produtor e de vendas no varejo nos Estados Unidos, enquanto a decisão de
política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano),
amanhã, segue no radar. Assim como a reunião do Comitê de Política
Monetária (Copom).

Às 9h59 (de Brasília), a moeda norte-americana oscilava em alta de 0,15%
no mercado à vista, cotada a R$ 5,0790 para venda, enquanto contrato futuro com
vencimento em julho subia 0,37%, a R$ 5,0880. Lá fora, o Dollar Index operava
em alta de 0,16%, aos 90,669 pontos.

Após a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em
inglês) e das vendas no varejo nos Estados Unidos, em maio, a moeda inverteu o
sinal e passou a subir. O primeiro indicador teve alta de 0,8%, ante expectativa
de +0,5%, enquanto as vendas caíram 1,3%, com projeção de -0,7%.

"A inflação mais alta ao produtor sugere que a economia está mais
forte, mas ao mesmo tempo aponta para juros mais altos. A tendência é de juros
para baixo na véspera da decisão do Fed", destaca o economista-chefe da
Necton Corretora, André Perfeito. O rendimento das taxas futuras dos títulos
do governo norte-americano, as treasuries, oscilam com ligeira alta. O
vencimento de 10 anos (T-Note) opera ao redor de 1,50%.

Enquanto o mercado aguarda as decisões de política monetária nos Estados
Unidos e aqui, amanhã, o operador da corretora Commcor, Cleber Alessie, diz que
a percepção é de que o real exibe "um importante suporte técnico e
psicológico entre R$ 5,02 e R$ 5,03".

"O que pode alimentar fortes disputas nessa região, a depender do que
ocorrer nos próximos dias, inclusive hoje, com a divulgação de importantes
dados nos Estados Unidos. Naturalmente, seja qual for a reação aos dados de
hoje, o mercado tende a ter reações de curta duração, tendo em vista a
relevância do Fed e, por aqui, do Copom", avalia.

Flávya Pereira / Agência CMA

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