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EUA: Casa Branca volta a defender elevação do teto da dívida

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São Paulo, 21 de julho de 2021 - A Casa Branca voltou a defender que o
Congresso norte-americano eleve o limite legal da dívida, depois que o
Escritório do Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês), um órgão
apartidário dos Estados Unidos, informou que o Tesouro ficará sem recursos em
outubro.

"Esperamos que o Congresso haja em tempo hábil para elevar o teto da
dívida ou suspendam esse limite como fizeram três vezes na gestão anterior.
Essas manobras permitirão que o Tesouro cumpra com suas obrigações -
obrigações essas que foram determinadas pelo Congresso", disse a porta-voz
da Casa Branca, Jen Psaki.

A autorização do governo dos Estados Unidos para os gastos expira em 31 de
julho, dando a Biden e ao Congresso cerca de dez dias para aumentar ou
suspender o teto da dívida.

Mais cedo, o CBO disse que o saldo de caixa do Tesouro e medidas
extraordinárias permitiriam que continuasse a financiar as atividades do
governo por um tempo. No entanto, se o limite da dívida permanecesse
inalterado, a capacidade de tomar empréstimos usando essas medidas acabaria por
se exaurir, e o Tesouro provavelmente ficaria sem dinheiro no primeiro
trimestre do próximo ano fiscal - que começa em 1 de outubro de 2021 -,
provavelmente em outubro ou novembro.

Os legisladores republicanos concordaram em aumentar o teto da dívida três
vezes na gestão de Donald Trump, mas advertiram os democratas de que não o
farão novamente, a menos que concordem com cortes de gastos ou outras medidas
de redução da dívida.

"Gostaria de lembrar que o Congresso elevou o teto da dívida no governo
Trump mesmo com déficit exorbitantes e em um ambiente de corte de impostos para
as pessoas mais ricas do país", afirmou Psaki.

Questionada se o governo de Joe Biden estaria disposto a discutir uma
possível eliminação do teto da dívida para evitar o calote, a porta-voz da
Casa Branca disse: "Não posso prever o futuro, o que queremos agora é que
esse limite seja expandido".

Carolina Gama / Agência CMA

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