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VAREJO:Fusões e aquisições devem continuar em e-commerce e vestuário-BTG

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São Paulo, 22 de julho de 2021 - O BTG Pactual espera que os movimentos de
fusões e aquisições no varejo se mantenha, especialmente no comércio
eletrônico e de vestuário, com grandes companhias como Renner e empresas de
e-commerce ganhando ainda mais musculatura.

A estimativa do banco é que o comércio eletrônico brasileiro continuará
crescendo em um ritmo exponencial em 2021, mesmo depois de forte expansão no
ano passado, seguido por uma tendência de consolidação e aumento da
concentração entre as três maiores empresas, para 70% do mercado online até
2025, dos atuais 60%.

Em relatório, os analistas afirmam que a participação dessas empresas no
segmento era de 46% em 2016, e que as que já têm uma presença digital forte
podem solidificar sua liderança comprando concorrentes menores ou
adquirir partes de sua cadeia de suprimentos, incluindo novos recursos, como
financiamento ao consumidor e provedores de conteúdo.

Em vestuário, o banco aponta a Lojas Renner como uma das principais apostas
para realizar transações, devido a capitalização de R$ 4 bilhões e o
grande número de lojas de vestuário fechadas, citando que 75 mil lojas foram
fechadas no Brasil em 2020, com participantes menores respondendo por 99% dos
fechamentos e o setor de vestuário respondendo por 30% do total, com 22 mil
lojas fechadas, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens,
Serviços e Turismo (CNC).

"Os varejistas de vestuário e calçados lideraram movimentos de M&A nos
últimos trimestres, com Arezzo, Grupo Soma e Centauro como os principais
destaques, enquanto a Lojas Renner está bem capitalizada para crescer
inorganicamente - esperamos que essa tendência persista", comentaram.

A análise também aponta que não espera grandes movimentos no setor de
hipermercados, pois já costuma ser menos ativo em aquisições e que, em
março, teve uma grande operação do Carrefour comprando o Grupo Big
(ex-Walmart), por R$ 7,5 bilhões, após comprar 30 lojas Makro, por R$ 1,9
bilhão, em fevereiro de 2020.

Cynara Escobar / Agência CMA

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