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EUA: País sanciona ministro de Cuba por repressão a protestos (amplia)

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Acrescenta informações a partir do terceiro parágrafo.

São Paulo, 22 de julho de 2021 - O Departamento do Tesouro dos Estados
Unidos anunciou sanções contra o ministro de Defesa de Cuba, Alvaro Lopez
Miera, e à Brigada Especial Nacional do ministério do interior cubano em
conexão com a repressão de protestos pacíficos e pró-democráticos no país,
iniciados em 11 de julho.

"O povo cubano está protestando pelos direitos fundamentais e universais
que merece de seu governo", disse a secretária do Tesouro norte-americano,
Janet Yellen. "O Tesouro continuará a impor suas sanções relacionadas a
Cuba, incluindo as impostas hoje, para apoiar o povo cubano em sua busca pela
democracia e alívio do regime cubano."

Segundo o Departamento do Tesouro, em comunicado, o Ministério das Forças
Armadas Revolucionárias de Cuba, liderado por Lopez Miera, "desempenhou um
papel fundamental na repressão dos protestos em curso em Cuba, nos quais os
cidadãos cubanos pedem o fim do regime de 62 anos e deterioração das
condições de vida em toda a ilha, além de exigir acesso a bens e serviços
básicos e atendimento médico".

O ministério cubano e os serviços de segurança do governo "atacaram
manifestantes e prenderam ou fizeram desaparecer mais de 100 manifestantes na
tentativa de reprimir esses protestos", diz o comunicado.

Sob as sanções, todos os bens e interesses na propriedade de pessoas
entidades listadas ficam bloqueados, e elas não podem fazer negócios nos
Estados Unidos, entre outras restrições.

Há cerca de dez dias, o governo de Cuba enfrentou uma onda de protestos
não vistos em uma década, em meio a uma generalizada escassez de bens
básicos, cobranças de direitos políticos e o pior surto de covid-19 desde o
começo da pandemia.

O governo dos Estados Unidos negou envolvimento nos protestos. "Os cubanos
estão cansados da má gestão da economia cubana, da falta de alimentação
adequada e, claro, da resposta inadequada à pandemia de covid-19. Isso é o que
ouvimos e vemos em Cuba, e isso é um reflexo do povo cubano, não dos Estados
Unidos ou de qualquer outro ator externo", disse o secretário de Estado
norte-americano, Antony Blinken, disse em 12 de julho.

Cristiana Euclydes / Agência CMA

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