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JUROS: Taxas fecham forte alta em reação ao Copom

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São Paulo, 5 de agosto de 2021 - As taxas dos contratos de juros futuros
(DIs) fecharam em forte alta, perto das máximas do pregão com os investidores
reagindo à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central
(BC) de manter o ritmo de aperto monetário em 100 pontos-base, elevando a taxa
Selic em 5,25%.

Os participantes do mercado ajustaram suas posições à sinalização do
Copom de que o ritmo de elevação da taxa básica de juro será mantido na
reunião de setembro, com o objetivo de ancorar as expectativas inflacionárias
para 2022.

Depois do anúncio do resultado da reunião de política monetária, no
início da noite de ontem, diversas instituições financeiras revisaram para
cima suas projeções para a Selic. O banco Credit Suisse, por exemplo, antecipa
agora uma taxa de 8,25% no fim de 2021, de 7,25% antes. Com isso, os contratos
incorporaram prêmios ao longo de toda a curva a termo, mesmo entre os
vencimentos mais longos.

"O Banco Central tentou dar um choque de credibilidade, porém ainda há
um risco fiscal muito latente e fora do controle do Copom", observou o
consultor de investimentos Renan Sujii. Ele observou ainda que uma diferença
relevante no comunicado em relação a outras reuniões foi o fato de o Copom
ter manifestado a intenção de trabalhar com a taxa de juro acima do nível
considerado neutro.

Com isso, o DI para janeiro de 2022 fechou com taxa de 6,47%, de 6,37% no
ajuste anterior
DI para janeiro de 2025 ia a 9,08%, de 8,82% antes
tinha taxa de 9,39%, de 9,11%, na mesma comparação. No mercado de câmbio, o
dólar à vista operava em alta de 0,3%, cotado na faixa de R$ 5,20.

Ricardo Gozzi / Agência CMA

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