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Empresas sustentáveis têm desempenho pior que do Ibovespa

As ações das empresas reconhecidas por boas práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) tiveram um desempenho pior que o do Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações brasileiras, no último mês.

Enquanto o índice S&P/B3 Brasil ESG, que reúne 96 companhias que cumprem diversos critérios de sustentabilidade, caiu 4,3% desde 8 de setembro, quando foi lançado, o Ibovespa registrou uma queda de 1,5%.

Entre as 96 companhias listadas no índice que deveria “promover as empresas com as melhores avaliações” de acordo seus impactos econômico, social e ambiental, estão Lojas Renner, Banco do Brasil, Itaú, Weg e Duratex.

O novo indicador, criado pela B3, empresa que controla a Bolsa, em parceria com a S&P Dow Jones, tem um processo de seleção que filtra as empresas com base em uma Avaliação de Sustentabilidade Corporativa.

A sigla ESG tem aparecido cada vez mais no mundo dos investimentos. Os impactos das empresas parecem ter entrado de vez nas avaliações feitas por consultores financeiros, bancos e fundos de investimento.

Em artigo publicado no Monitor do Mercado, Filipe Monteiro exemplifica a questão: “Os investidores não vão se associar a empresas que têm como parceiras de negócios corporações que compactuam com trabalho análogo ao escravo ou infantil, não atuem sob as melhores práticas de saúde e segurança no trabalho e apresentem casos conhecidos de preconceito ou discriminação”.

O novo índice da Bolsa, no entanto, mostra que as ações das companhias consideradas sustentáveis no mercado de ações não têm sido tão valorizadas pelos investidores. Ao menos no último mês.

*Imagem em destaque: Piqsels.com

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