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Vale participa da quarta audiência de conciliação sobre Brumadinho

Está em andamento no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em Belo Horizonte, a quarta audiência de conciliação entre a Vale, o Governo de Minas Gerais e as instituições de Justiça, sobre a reparação aos impactos do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, em Minas Gerais.

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) organizou novamente um protesto na porta do tribunal, para reivindicar o direito de participar do acordo.

Ontem, representantes do MAB e de outras organizações e instituições entregaram ao desembargador do TJMG responsável pela mediação do acordo, Newton Teixeira Carvalho, um manifesto que, segundo o movimento, foi anexado ao processo judicial, com a expectativa de que a Vale e o Estado de Minas Gerais se manifestem sobre os pleitos dos atingidos.

Segundo o MAB, os atingidos e as assessorias técnicas independentes também propuseram uma série de encaminhamentos sobre o caso ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e à Comissão Externa da Câmara dos Deputados, que acompanha os desdobramentos do rompimento da barragem.

NOTA DE CRÉDITO
Em 10 de dezembro, a agência de classificação de risco Standard and Poors (S&P) afirmou a nota de crédito da Vale em 'BBB-' e revisou a perspectiva de negativa para estável, refletindo a visão de que a companhia irá manter a  alavancagem abaixo de duas vezes, apesar das expectativas de investimento,  dividendos e provisões elevadas e potenciais multas e penalidades relativas ao rompimento dabarragem em Brumadinho.

A agência considerou a afirmação da administração da companhia de que o valor das indenizações às vítimas do rompimento da barragem não ultrapassaria R$ 29,6 bilhões, excluindo o custo de reparos da barragem.

A última audiência sobre o caso ocorreu no último dia 9 e terminou sem acordo entre as partes e com a decisão de que o pagamento emergencial, pela empresa, fosse extendido até 31 de janeiro de 2021.

BRUMADINHO
O governo de Minas Gerais e a Vale negociam um acordo de compensações pelos impactos causados pelo rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019. A lama de rejeitos de minério de ferro atingiu o centro administrativo da empresa, imóveis da comunidade, o rio Paraopeba, afluente do São Francisco e matou mais de 270 pessoas.

Cynara Escobar / Agência CMA -Copyright 2020 - Grupo CMA

*Imagem em destaque: Wikimedia commons

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