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Depois de ex-CEO assumir subornos, ações da Braskem sobem

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Depois do ex-CEO da Braskem Carlos Grubisich se declarar culpado de um esquema de suborno de US$ 250 milhões, as ações da empresa estão em alta e recomendadas. Nesta sexta-feira (16/4), os papéis subiram mais de 2,5%, sendo vendidos por R$ 49,75. 

Nesta sexta, o BTG Pactual anunciou a mudança de recomendação dos papéis da companhia, de neutra para compra, e elevação do preço-alvo para R$ 63.

"O risco-recompensa permanece atraente, apesar de um ganho de estoque de 106% no acumulado do ano. Esperamos que as margens permaneçam em níveis saudáveis
junto com a vacinação global. Mas, conforme o fornecimento aumenta e com a entrada da nova capacidade, depois de atingir o pico no segundo trimestre, esperamos que as margens diminuam. De 2022 em diante, nossas estimativas serão ajustadas para baixo em relação às atuais", afirmaram os analistas Pedro Soares e Thiago Duarte, em relatório.

Os analistas destacam que em menos de um ano, os spreads do ramo petroquímico aumentaram mais rápido do que o esperado, impulsionados por diversos fatores, e a resolução das ações judiciais envolvendo a companhia em Alagoas, no México e na operação Lava Jato parecem mais próximas de uma conclusão, o que pode melhorar sua avaliação em relação aos pares internacionais. 

Em relação as projeções, os analistas disseram que, no curto prazo, ainda são esperados acréscimos à capacidade de resina, mas, mesmo depois de definir spreads menores para o segundo semestre de 2021 e para 2022, permanecem acima do consenso e esperam um processo de rápida desalavancagem. 

A potencial venda de participação da Novonor (ex-Odebrecht) na empresa também traz boas expectativas de valor a ser capturado pelos acionistas em relação ao ano passado, segundo a análise. 

Esquema de suborno de US$ 250 milhões

Nesta quinta-feira, o ex-CEO da Braskem Carlos Grubisich admitiu ser culpado de um esquema de suborno de US$ 250 milhões. De acordo com uma reportagem publicada pela Bloomberg, o esquema também envolvia a Odebrecht, controladora da Braskem. 

Grubisich admitiu em uma audiência no tribunal federal do Brooklyn, em Nova York (EUA), ter aprovado o pagamento a um funcionário da Petrobras, pelos direitos de construção e operação de uma planta. 

De acordo com as autoridades norte-americanas, o ex-CEO e outros envolvidos no caso desviaram o dinheiro da Braskem para um fundo secreto que "efetivamente funcionava como um departamento de propina" e que, supostamente, era usado para subornar autoridades brasileiras. 

Cynara Escobar / Agência CMA
Copyright 2021 - Grupo CMA
Imagem em destaque: Reprodução/Braskem

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