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A China manda um recado importante para o investidor brasileiro

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Saiu nesta quinta-feira (16/9): O comércio com a China foi responsável por 67% do superávit brasileiro em 2021. E quais foram os grandes produtos exportados por nós para sustentar o saldo da balança comercial, que chega a US$ 52,1 bilhões neste ano? Minério de ferro e petróleo.

Os dados são do Indicador de Comércio Exterior da Fundação Getulio Vargas, apelidado de Icomex. E de acordo com eles, a China comprou 63% de todo o minério e 49% de todo o petróleo que saiu do Brasil.

Esse é o tipo de informação que precisa estar no radar de quem investe no mercado de ações, já que 23% do Ibovespa, principal indicador da nossa Bolsa, é formado por ações ligadas a esses dois ativos: Vale e Petrobras.

Aqui, por diferentes razões, o mercado costuma andar em bloco: se o Ibovespa cai, mesmo que seja por causa de uma queda dos papéis de um só setor, as ações das mais variadas empresas acabam caindo também.

Não é à toa que o noticiário econômico acompanha com tamanha avidez os preços do petróleo e do minério de ferro: deles depende quase ¼ do nosso principal indicador.

Com a possível redução dos estímulos ao consumo na China, com a estabilização da economia pós-Covid 19, é esperada uma redução na taxa de crescimento (e do aumento das importações).

Para quem investe a longo prazo, mais importante do que a cotação diária são as perspectivas. Há garantias de que petróleo e minério de ferro continuarão a ter tamanha demanda?

No fim do primeiro trimestre, a China aprovou o seu 14º Plano Quinquenal, no qual o Partido Comunista definiu as políticas e objetivos a serem perseguidos até 2025.

Entre os pontos destacados por especialistas está justamente aumentar a participação de combustíveis não fósseis na matriz energética para cerca de 20%. Em 2019, esse percentual foi de 15,3%.

Ao mesmo tempo, o plano prevê um aumento no investimento chinês em pesquisa e desenvolvimento, saindo de cerca de 2,2% do PIB em 2020 e chegando a 2,4% do PIB em 2025. Usando o PIB de 2020 como base, seria um aumento de US$ 29 bilhões na área (R$ 152 bilhões).

Ver o gigante asiático correndo para diminuir o uso de combustíveis fósseis e aumentar a aposta em pesquisa e desenvolvimento mostra a direção para quem fareja boas oportunidades.

Nesta semana, o Bank of America recomendou que os investidores fiquem de olho em tecnologias disruptivas, como inteligência artificial emocional, biologia sintética e hologramas. De acordo com o banco, até 2030 esse mercado poderá chegar a valer US$ 6 trilhões (R$ 31 trilhões).

Acompanhar esse tipo de recomendação certamente será mais benéfico para seus investimentos do que simplesmente confiar que o presidente da República não mudará o recém-adotado tom elogioso ao tratar a China.

A gama de fundos de investimento que buscam oportunidades na tecnologia é grande. O mais importante é conhecer as possibilidades e entender como suas estratégias ajudam o seu portfólio.

Imagem: Pixabay

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