As taxas dos contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros (DI) abriram em leve alta nesta quarta-feira (31) após resultado de inflação na Zona do Euro.
Em agosto, as altas nos preços atingiu um novo recorde de 9,1% em 12 meses. O resultado ficou acima das projeções de estabilidade de 8,9% e foi puxado pelo custo da energia, que avançou 38,3%. O núcleo da inflação, que exclui a volatilidade de energia e alimentos, subiu 4,3% no período.
“Na Europa, a inflação veio acima do esperado e pode fazer com que na semana que vem o Banco Central Europeu suba em 0,75 p.p. a taxa de juros para conter a escalada nos preços”, explicou Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos.
Por volta das 10h30 (horário de Brasília), o DI para janeiro de 2023 tinha taxa de 13,750% de 13,745% no ajuste anterior
para janeiro de 2025 ia a 12,140%, de 12,080% antes, e o DI para janeiro de 2027 com taxa de 11,965% de 11,880%, na mesma comparação. No mercado de câmbio, o dólar operava em alta, cotado a R$ 5,1960 para venda.
Pedro do Val de Carvalho Gil / Agência CMA
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