O dólar opera em leve queda. O driver do dia será novamente o relaxamento das restrições de combate à Covid na China e o impacto positivo deste movimento para as moedas emergentes ligadas às commodities, como o real. A situação fiscal doméstica, contudo, segue no radar e pode atrapalhar a moeda brasileira.
Para a economista-chefe da Veedha Investimentos, Camila Abdelmalack, “é inegável a importância da China para o Brasil, já que ela é nosso principal parceiro comercial. Isso dá um respaldo para as commodities, ao menos em curto prazo”.
Por volta das 9h36 (horário de Brasília), o dólar comercial caía 0,03%, cotado a R$ 5,2330 para venda. No mercado futuro, o contrato da moeda norte-americana com vencimento em julho de 2022 recuava 0,19%, cotado a R$ 5.237,50.
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