“Estamos empenhados em ajudar a Ucrânia a defender sua soberania e integridade territorial, defender-se e escolher seu próprio futuro. Cabe à Ucrânia decidir sobre um futuro acordo de paz, livre de influências externas pressão ou influência”, anota o documento divulgado pelos membros do G7, o grupo dos sete países mais ricos do mundo, na reunião de cúpula, que acontece na Alemanha.
Eles fortemente reafirmam seu apoio à Ucrânia e não vão deixar de fornecer auxílio financeiro, humanitário, militar e diplomático. “Estamos empenhados em ajudar a Ucrânia a defender sua soberania e integridade territorial. Continuaremos a coordenar os esforços para atender às necessidades urgentes da Ucrânia”.
O G7 confirmou que vai intensificar as sanções à Rússia. “Nós estamos determinados a reduzir as receitas da Rússia, inclusive do ouro. Também continuaremos as atividades de evasão. Reduziremos ainda mais as receitas de exportação da Rússia para tomar as medidas adequadas e reduzir ainda mais a dependência da energia russa”.
Em outro trecho, os países reforçam o repúdio à guerra provocada pela Rússia. Continuamos a condenar a guerra brutal, não provocada, injustificável e ilegal de agressão contra a Ucrânia pela Rússia e auxiliado pela Bielorrússia. Condenamos e não reconheceremos as tentativas contínuas da Rússia de redesenhar fronteiras à força”.
A ajuda se estende também para a resistência ucraniana. “Estamos prontos para fortalecer ainda mais a resiliência da Ucrânia, expandindo nossa cooperação em inteligência e compartilhamento de informações”.
Sobre os refugiados, o grupo pretende proteger quem precisa fugir da guerra. “Reafirmamos nossa determinação de proteger e apoiar as pessoas deslocadas à força e os refugiados, e prestar socorro aos países”.
Por fim, “nós vamos apelar a todos os parceiros para que se juntem aos nossos esforços e se comprometam conosco para ajudar a Ucrânia a reconstruir seu futuro”.
Vanessa Zampronho / Agência CMA
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