O dólar abriu a sessão em queda, oscilante. A moeda reflete a guerra de forças entre o iminente aumento dos juros nos Estados Unidos e a alta das commodities que geram intenso fluxo na bolsa brasileira.
Para a economista e estrategista de câmbio do Banco Ourinvest, Cristiane Quartaroli, “seguimos o com o patamar de câmbio próximo dos R$ 4,75, e parece que o mercado não deixa isso ceder mais”.
Além do aumento mais agressivo (0,5%) que o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) deve anunciar na próxima reunião, em maio, a guerra também segue no radar, contribuindo as volatilidades da moeda, além da pressão inflacionária, acredita Quartaroli.
Por volta das 9h32 (horário de Brasília), o dólar comercial caía 0,50%, cotado a R$ 4,7170 para venda. No mercado futuro, o contrato da moeda norte-americana com vencimento em maio de 2022 recuava 0,84%, cotado a R$ 4.743,50.
Paulo Holland / Agência CMA
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