As taxas dos contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros (DI) operam em alta acompanhando o preço do petróleo internacional.
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Quem explica é Rafael Passos, economista da Ajax Capital. “Lá fora, petróleo volta a subir com a decisão da União Europeia de impor novas sanções às importações de carvão da Rússia. De pano de fundo, lockdown na China também afeta humor externo”, diz.
Para Rachel Sá, chefe de economia da Rico, falar de inflação no país já substituiu há muito tempo a famosa “será que chove?” como quebra gelo no elevador.
“A corrosão do poder de compra do brasileiro em mais de 10% nos últimos 12 meses está sempre presente. Gastamos mais no supermercado, no aluguel, gasolina, roupas…”, diz.
A economista lembra que nesta semana lembra que amanhã conheceremos o IGP-DI (Indice Geral de Preços – Disponibilidade Interna), da Fundação Getúlio Vargas, e na sexta conheceremos o dado do IPCA, nosso principal índice de preços no país.
Por volta das 10h25 (horário de Brasília), o DI para janeiro de 2023 tinha taxa de 12,700% de 12,620% % no ajuste anterior projetava taxa de 12,005%, de 11,825%, o DI para janeiro de 2025 ia a 11,250%, de 11,095% antes, e o DI para janeiro de 2027 com taxa de 10,980% de 10,855%, na mesma comparação. No mercado de câmbio, o dólar operava em alta, cotado a R$ 4,6310 para venda.
Pedro de Carvalho / Agência CMA
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