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Justiça aceita novo plano de recuperação da Oi; leia a decisão

A Justiça homologou o novo plano de recuperação judicial da Oi. A decisão que negou todos os pedidos de credores para anular a assembleia que aprovou o aditamento ao plano original foi publicada nesta segunda-feira (5/10).

O juiz Fernando Viana, responsável pelo caso, deu à a operadora o prazo de um ano para sair da recuperação. O limite havia sido pedido pelo Ministério Público, mas a Oi queria mais tempo.

Grandes credores da Oi, como Itaú, Banco do Brasil, Caixa e China Development Bank questionaram diversos pontos do aditamento e até mesmo pediram a anulação da assembleia geral de credores que aprovou as mudanças. O novo plano prevê um deságio de 60% no valor devido a esses credores.

Para o juiz do caso, no entanto, muitas das alegações são “inconformismo exacerbado por parte de determinados Credores Financeiros”.

A recuperação judicial, diz a decisão desta segunda, exige “sacrifício de todas as partes aos seus termos sujeitos”.

Os bancos reclamavam que a proposta de aditamento, que deveria ser apenas uma alteração do plano de recuperação, é, na verdade, um plano totalmente diferente do que foi aprovado em assembleia de credores.

Em meio à bilionária disputa, o juiz do caso foi investigado pela corregedoria do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por abandono de cargo. Ele estava em Portugal quando a Covid-19 foi declarada pandemia. E por lá ficou.

Ele disse ser “vitima de criminosos vazamentos de informação”. Viana afirmou que estava afastado por um problema de saúde, negando ter abandonado o cargo.

Clique aqui para ler a decisão.

*Imagem em destaque: Wikimedia Commons

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