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Interferência na Petrobras abre espaço para processos bilionários

Os danos causados à Petrobras pela interferência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) podem ir bem além da enorme desvalorização de suas ações, que, nesta segunda-feira (22/2) caíram 21%. Acionistas minoritários já estão estudando entrar com um processo bilionário contra a empresa.

Em entrevista ao Monitor do Mercado, o advogado André de Almeida, especialista no assunto, afirmou que a jogada de Bolsonaro é de "absoluta ilegalidade" e que a empresa precisa rejeitar a intervenção federal. "A União não é dona da empresa, ela é sócia", reclama.

Ele advogou pelos minoritários da Petrobras na bem-sucedida ação coletiva nos EUA em qual a empresa topou pagar US$ 2,95 bilhões por ter atrapalhado a vida de seus acionistas ao se envolver em escândalos de corrupção.

Para o advogado, a troca da presidência da petroleira pode abrir espaço para novos questionamentos judiciais. "A Petrobras é uma empresa brasileria, mas está sujeita à jurisdição americana. Será processada novamente e perderá mais alguns bilhões de reais".

A sócia da e coordenadora da área de governança e compliance do WFaria Advogados, Bia Kowalewski, também acredita que a empresa pode ser penalizada fora do solo nacional. 

"A nomeação ou substituição dos executivos da Companhia é de exclusiva responsabilidade do Conselho Administrativo da Companhia e este processo tem que ser feito com ativa participação dos membros independentes", afirmou Kowalewski.

Imagem em destaque: Piqsels.com

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PETR3 - ON - Petrobras

CNPJ: 33.000.167/0001-01
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