O Ibovespa futuro avança seguindo o otimismo no exterior e com os investidores digerindo os dados de deflação em agosto.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), inflação oficial do País, caiu 0,36% em agosto e acumula alta de 8,73% em 12 meses.
Atrelado a isso, o mercado repercute a inflação na China que veio abaixo do esperado em agosto na comparação com o mesmo período do ano passado-subiu 2,5% e a previsão era de 2,8%.
As commodities-petróleo e minério de ferro- sobem no mercado internacional e podem favorecer as ações ligadas à matéria-prima. O petróleo avança com a notícia de que o Cazaquistão paralisou a produção da commodity até outubro para manutenção afetando a oferta.
Às 9h50 (horário de Brasília), o Ibovespa futuro com vencimento em outubro subia 1,16%, aos 112.325 pontos. Em Nova York, os futuros operavam em alta e as bolsas europeias registravam ganho. Na China, os índices fecharam no positivo.
Fabio Fares, especialista da Quantzed, disse que o mercado ficou animado com a inflação no país chinês abaixo das estimativas do mercado.
“A China, uma das locomotivas do mundo, se mexeu com os números melhores de inflação. Os dados estavam ruins devido aos últimos lockdowns no país”.
Analistas da Commcor Corretora, disseram em relatório, que os investidores analisam os dados do IPCA, principalmente “os preços livres que devem ser um fator importante para ajustes em relação à perspectiva inflacionária”.
Soraia Budaibes / Agência CMA
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