A inflação na cidade de São Paulo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor do Município de São Paulo (IPC-SP), registrou alta de 0,79% na primeira semana de março, destacando uma aceleração em relação ao índice de fevereiro, que registrou alta de 0,51%, segundo dados divulgados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta terça-feira (11).
O indicador, que mede a variação no custo de vida de famílias paulistanas com renda entre 1 e 10 salários mínimos, foi impulsionado principalmente pelo grupo Habitação.
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Principais impactos no IPC-SP
O aumento do índice de inflação em São Paulo foi impulsionado pela alta nos preços dos seguintes grupos:
- Habitação: +1,25%
- Alimentação: +1,14%
- Transportes: +0,71%
- Saúde: +0,20%
- Despesas Pessoais: +0,03%
O segmento de Educação permaneceu estável, enquanto Vestuário registrou leve queda de 0,04%.
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Comparativo com o IPC-S
Outro indicador relevante, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), também registrou alta na primeira semana de março, subindo 1,22%. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice chegou a 5,18%.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice avançaram em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação cuja taxa de variação passou de -2,54% na última semana de fevereiro para a -1,96% na primeira semana de março.
As maiores influências no IPC-S vieram dos seguintes grupos:
- Educação, Leitura e Recreação: de -2,54% para -1,96%
- Alimentação: de 1,02% para 1,34%
- Saúde e Cuidados Pessoais: de 0,38% para 0,53%
- Comunicação: de 0,28% para 0,40%
- Vestuário: de 0,14% para 0,30%
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Grupos que pressionaram a inflação em março
Na primeira semana do mês, três grupos exerceram maior pressão sobre o índice e apresentaram recuo em suas taxas de variação:
- Habitação: de 3,80% para 3,40%, com a tarifa de eletricidade residencial (17,68% para 13,19%)
- Transportes: de 1,41% para 1,14%
- Despesas Diversas: de 1,07% para 0,85%











