As taxas dos contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros (DI) operam em queda neste início de tarde acompanhando os treasuries dos EUA.
Quem explica é Nicolas Borsoi, economista-chefe da Nova Futura: O movimento nos últimos dias foi bastante descolado, com aderência às taxas internacionais, disse.
Devemos ver a parte curta da curta com viés de queda, por efeito das commodities, disse.
A Bolsa passa a cair, mas em uma sessão com bastante volatilidade, com as empresas de consumo que vinham sofrendo nos últimos dias mostrando uma recuperação e bancos e commodities em queda.
As empresas de ligadas as commodities como Vale (VALE3), de maior peso no índice, abriu em forte alta beneficiada com os comentários do presidente da China, Xi Jinping, reafirmando o compromisso com as metas de crescimento do país, mas os papéis da mineradora mais acabaram revertendo o movimento e caíam 2,25%.
O dólar opera em leve queda, instável. Além das incertezas fiscais que voltaram à tona, o ambiente global com o movimento de aperto do ciclo monetário nas economias desenvolvidas é desfavorável a emergentes, como o real. Para o analista da Ouro Preto Investimentos, Bruno Komura, “o dólar está dando um alívio, com o fluxo estrangeiro ajudando, mas a tendência é de um dólar fortalecido”.
Veja como estava o mercado por volta das 13h40 (de Brasília):
IBOVESPA: 98.608 pontos (-0,91%)
DÓLAR À VISTA: R$ 5,2120 (+0,67%)
DI JAN 2023: 13,505% (-0,29%)
DI JAN 2027: 12,160% (-0,77%)
Pedro do Val de Carvalho Gil / Agência CMA
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