O dólar abriu a sessão em queda, oscilante. O mercado ainda digere o tom mais hawkish (duro) da ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), divulgada ontem. O real, contudo, tende a ter uma sessão de mais respiro.
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De acordo com o boletim matinal da Ajax Capital, o “ambiente externo positivo, além das indicações dos nomes para Petrobras – que serão bem recebidos – devem contribuir para a recuperação dos ativos domésticos”.
O Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) confirmou que irá subir os juros em 0,5% a partir da próxima reunião do Fomc, em maio, além de ter novamente demonstrado preocupação com a inflação global, agravada pelo conflito na Ucrânia.
Por volta das 9h36 (horário de Brasília), o dólar comercial caía 0,08%, cotado a R$ 4,7110 para venda. No mercado futuro, o contrato da moeda norte-americana com vencimento em maio de 2022 recuava 0,30%, cotado a R$ 4.737,00.
Paulo Holland / Agência CMA
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