Monitor do Mercado
  • Início
  • Notícias
    • Últimas notícias
    • Câmbio
    • Commodities
    • Cripto
    • Economia
    • Empresas e ações
    • Fatos Relevantes
    • Finanças Pessoais
    • Imóveis
    • Inteligência Artificial
    • Internacional
    • Mercados
    • Negócios
    • Política
  • Ferramentas
    • Monitor Empresas
    • Real Time
    • Cursos
    • E-books gratuitos
    • Newsletter
    • Planilha de Controle Financeiro
    • Simulador de Financiamento
    • Simulador de Aposentadoria
  • INVESTIMENTOS
Sem resultado
Veja todos os resultados
Monitor do Mercado
Home Notícias

OPINIÃO: Conselhos precisam se antecipar a mudanças na geopolítica

Redação Por Redação
16/out/2025
Em Notícias, Visões de Mercado
WhatsappTelegramTwitterFacebookLinkedin

Por Sandra Guerra*

Vivemos um momento em que a instabilidade geopolítica deixou de ser periférica e passou a ocupar lugar central nas decisões empresariais. Guerras, sanções, tensões em cadeias produtivas, mudanças climáticas e a aceleração tecnológica ampliam riscos e desafiam a resiliência das organizações.

Veja também

A moto intermediária que entrega velocidade, estabilidade e preço competitivo

Pouca concorrência e salários fora da curva impulsionam nova engenharia no país

Nesse cenário, os conselhos de administração precisam dedicar mais atenção à geopolítica e estruturar melhor sua atuação para lidar com essas variáveis externas, que já têm impacto direto nos negócios. 

Pesquisa recente conduzida pela Better Governance em parceria com o IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) expõe um quadro revelador: embora a maioria dos conselheiros e diretores já reconheça a relevância da geopolítica para os negócios, ainda faltam processos consistentes e competências diversificadas para transformar esse reconhecimento em ação concreta.

  • Está com dúvidas sobre suas finanças? Fale agora com a Clara, a assistente virtual do Monitor do Mercado. Iniciar conversa

Segundo o levantamento, quase 87% dos conselheiros e diretores concordam que o tema geopolítico é relevante para os negócios. Ainda assim, metade dos respondentes discorda que haja mecanismos adequados de monitoramento de crises ou mesmo de institucionalização no planejamento estratégico.

Esse descompasso indica que, embora o discurso tenha avançado, a prática permanece incipiente. Em um mundo em que guerras, sanções e rupturas de cadeias de suprimentos se tornam parte do cotidiano, a institucionalização ainda limitada do tema nos conselhos representa uma vulnerabilidade estratégica. 

Outro ponto crítico revelado é a lacuna entre conselheiros e diretores. De um lado, conselhos tendem a se perceber abertos à inovação; de outro, diretores que vivem a execução no dia a dia muitas vezes não compartilham dessa visão. Essa diferença expõe uma desconexão entre a autopercepção do conselho e a experiência de quem implementa as estratégias. Sem alinhamento genuíno, o risco é que o espaço para inovação se torne mais retórico do que real.

A ausência de diversidade de competências também chama atenção. Menos da metade dos conselheiros respondentes considera que seus colegiados reúnem competências suficientes para lidar com o contexto geopolítico.

  • Casa, comércio ou indústria: todos podem economizar no mercado livre de energia. Descubra como!

Em um ambiente interdependente e globalizado, no exercício de desenhar a matriz de competências do conselho, é importante considerar experiências e vivências conectadas ao contexto de volatilidade e às implicações do cenário internacional, além das competências ligadas ao negócio e das responsabilidades tradicionais de um conselho de administração. 

A boa notícia é que, mesmo diante dessas lacunas, há sinais de maturidade. O espaço para o contraditório passa a ser cada vez mais uma prática em conselhos, e a escuta de especialistas externos vem se tornando mais comum.

Além disso, organizações listadas em bolsa — submetidas a maior escrutínio público — têm apresentado práticas mais consistentes, sugerindo caminhos que podem ser replicados também no universo das empresas de capital fechado.

Mas o recado central é claro: não basta reconhecer a importância da geopolítica ou de outros riscos emergentes. É preciso estruturar processos, destinar recursos, incorporar tecnologias de análise — como a inteligência artificial — de forma estratégica e fortalecer a integração entre conselho e diretoria em relação ao tema. 

A boa governança corporativa, que há duas décadas era vista sobretudo como resposta a escândalos financeiros, hoje precisa ser compreendida como instrumento essencial de resiliência e a sustentabilidade empresarial em um mundo imprevisível.

  • Tem precatórios a receber? Saiba que possível sair da fila e transformar em dinheiro já. Clique aqui e simule a venda.

O futuro dos conselhos dependerá menos do reconhecimento da importância de fatores geopolíticos e mais da capacidade de agir. O desafio é evoluir de uma postura reativa para uma atuação prospectiva: capaz de antecipar cenários, aprender continuamente e transformar riscos em oportunidades. Em um tabuleiro global instável, limitar-se a respostas reativas cria vulnerabilidades que o cenário de hoje pode não perdoar.

*Sandra Guerra é sócia-fundadora da Better Governance e referência em governança corporativa no Brasil. Desde 1995 atua em conselhos de diferentes perfis de empresas e organizações no país e no exterior. É autora de A Caixa-Preta da Governança e The Black Box of Governance, premiada em 2024 com o Lifetime Achievement Award da ICGN.

EnviarCompartilharTweet47Compartilhar76Compartilhar13

Mais Notícias

Marca indiana lança moto barata de 400 cc que custa apenas R$ 25 mil
Economia

A moto intermediária que entrega velocidade, estabilidade e preço competitivo

1 de janeiro de 2026
Profissão do futuro conecta fábricas cidades e fazendas e já começa a pagar salários elevados
Economia

Pouca concorrência e salários fora da curva impulsionam nova engenharia no país

1 de janeiro de 2026
Vai quitar seu empréstimo? O banco é obrigado a te dar um bom desconto nos juros
Economia

Vai quitar seu empréstimo? O banco é obrigado a te dar um bom desconto nos juros

1 de janeiro de 2026
As melhores motos custo-benefício para comprar em 2026
Economia

As melhores motos custo-benefício para comprar em 2026

1 de janeiro de 2026

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Marca indiana lança moto barata de 400 cc que custa apenas R$ 25 mil
Economia

A moto intermediária que entrega velocidade, estabilidade e preço competitivo

Por Miguel Adonay
1 de janeiro de 2026

A Bajaj Dominar 200 (conhecida internacionalmente como Pulsar NS 200) é uma das motocicletas que mais desafiou o mercado brasileiro...

Leia maisDetails
Profissão do futuro conecta fábricas cidades e fazendas e já começa a pagar salários elevados

Pouca concorrência e salários fora da curva impulsionam nova engenharia no país

1 de janeiro de 2026
Vai quitar seu empréstimo? O banco é obrigado a te dar um bom desconto nos juros

Vai quitar seu empréstimo? O banco é obrigado a te dar um bom desconto nos juros

1 de janeiro de 2026
As melhores motos custo-benefício para comprar em 2026

As melhores motos custo-benefício para comprar em 2026

1 de janeiro de 2026
O poder dos profissionais técnicos na nova economia brasileira

Trabalhe com energia solar e aumente sua renda mesmo sem ensino superior

1 de janeiro de 2026
Monitor do Mercado

Notícias, análises e dados para você tomar as melhores decisões.

Navegue no site

  • Últimas notícias
  • Quem somos
  • E-books gratuitos
  • Cursos
  • Política de privacidade

Siga nossas redes

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Últimas notícias
    • Câmbio
    • Commodities
    • Cripto
    • Economia
    • Empresas e ações
    • Fatos Relevantes
    • Finanças Pessoais
    • Imóveis
    • Inteligência Artificial
    • Internacional
    • Mercados
    • Negócios
    • Política
  • Ferramentas
    • Monitor Empresas
    • Real Time
    • Cursos
    • E-books gratuitos
    • Newsletter
    • Planilha de Controle Financeiro
    • Simulador de Financiamento
    • Simulador de Aposentadoria
  • INVESTIMENTOS