O dólar opera em queda, oscilante. Os principais drivers do dia são o recrudescimento do conflito na Ucrânia, que parece longe de uma solução, e medidas mais transparentes adotadas na regulamentação de dados pelo governo chinês.
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De acordo com o economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Nicolas Borsoi, a tensão na Ucrânia “se estende aos mercados de juros e moedas, com sessão bastante volátil e a volta das discussões em torno da interpretação correta sobre qual seria o sinal emitido pela inversão na curva de juros americana”. O economista também acredita que o dólar “morno” no exterior deve fortalecer novamente o real.
Já na China, o governo voltou atrás e isso foi bem recebido pelos mercados, “após o governo chinês modificar uma medida que restringia o envio de dados de empresas a reguladores estrangeiros, permitindo auditoria na maioria das empresas listadas em Nova York”, explica Borsoi.
Por volta das 9h30 (horário de Brasília), o dólar comercial caía 0,25%, cotado a R$ 4,6540 para venda. No mercado futuro, o contrato da moeda norte-americana com vencimento em maio de 2022 recuava 0,11%, cotado a R$ 4.686,00.
Paulo Holland / Agência CMA
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