O mercado de criptomoedas, em especial o Bitcoin (BTC), começou a semana sob o impacto da tensão comercial crescente entre EUA e China. O assunto tem provocado instabilidade global.
Além disso, investidores monitoram a divulgação de dados de inflação nos EUA, prevista para sexta-feira (25). Há incerteza sobre a publicação dos indicadores, devido ao risco de shutdown (paralisação parcial).
O Bitcoin (BTC) segue em um movimento lateral, com dificuldade para se firmar acima dos US$ 110 mil — patamar considerado essencial para uma possível retomada de alta. Após testar a região dos US$ 109 mil, o ativo chegou a renovar seu recorde, mas perdeu força com a piora do sentimento de risco.
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Caso consiga se manter acima de US$ 110 mil, Alan dos Santos, analista da PhiCube, vê espaço para um novo teste na faixa dos US$ 123 mil. Por outro lado, se perder suporte e voltar a testar a região dos US$ 106 mil, pode haver nova pressão de venda no curto prazo.
No novo episódio do Radar Cripto, Santos analisa o gráfico da criptomoeda e explica os prováveis cenários para a semana. Ele também olha altcoins (criptomoedas alternativas) que merecem atenção. Confira:
Oportunidades fora do bitcoin
Além do bitcoin, três altcoins chamaram atenção dos analistas: Ethereum (ETH), Solana (SOL) e XRP. O Ethereum (ETH) apresenta comportamento semelhante ao Bitcoin, enfrentando resistência em torno dos US$ 4.900.
A criptomoeda encontrou suporte na faixa dos US$ 3.800, o que, segundo Alan, torna o ponto interessante para operações de compra com menor risco, desde que o ativo se mantenha acima desse nível. Se o Ethereum romper os US$ 4.250, o movimento pode indicar força suficiente para buscar novamente o topo anterior.
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A Solana (SOL), que registrou forte queda nos últimos dias, tenta se estabilizar e pode buscar os níveis de US$ 208 ou US$ 219,50, caso o mercado mostre recuperação. No entanto, o analista alerta que o gráfico ainda não apresenta clareza para movimentos de compra mais consistentes.
Já a XRP encontra suporte na região dos US$ 2,30 e resistência em US$ 2,60. Para Alan, a criptomoeda só retomará tendência de alta caso supere a faixa dos US$ 2,60 com firmeza. Abaixo dos US$ 2,29, o movimento pode indicar nova fase de correção.



