Nos últimos dias, o Bitcoin (BTC) caiu e rompeu o suporte que vinha sendo sustentado desde novembro, em US$ 86 mil. Após esse movimento, a criptomoeda acelerou a queda e passou a operar entre US$ 74 mil e US$ 78 mil — fundos registrados entre março e abril de 2024.
Segundo Alan dos Santos, analista da PhiCube, caso o ativo volte a perder os US$ 74 mil, deve aprofundar as perdas até US$ 70 mil. Por outro lado, eventuais correções levarão o BTC de volta a resistência entre US$ 80,6 mil e US$ 84 mil no curto prazo. Ainda assim, a tendência predominante é de baixa.
Agora, o mercado fica atento em indicadores econômicos nos Estados Unidos e na Europa, como a divulgação dos índices de gerentes de compras (PMIs, na sigla em inglês) e a reunião do Banco Central Europa (BCE), que definirá o rumo da taxa de juros.
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No novo episódio do Radar Cripto, Santos analisa o gráfico da criptomoeda e explica os prováveis cenários para a semana. Ele também olha altcoins (criptomoedas alternativas) que merecem atenção. Confira:
Moedas alternativas ao Bitcoin
O Ethereum (ETH) acompanhou o movimento de queda do bitcoin e perdeu o suporte em torno de US$ 2.700. O ativo já testou a região de US$ 2.200, que passa a ser observada como um novo ponto de suporte no curto prazo.
Entre US$ 2.600 e US$ 2.800, a criptomoeda encontra uma faixa de resistência. Essa região anteriormente funcionava como suporte e, após o rompimento, tende a atuar como barreira para eventuais recuperações de preço.
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Solana (SOL) recuou até a região próxima de US$ 100, considerada um ponto de suporte relevante. O nível de US$ 126, que antes sustentava o preço, passa a atuar como resistência no curto prazo. O cenário sugere dificuldade para retomadas mais consistentes.
Já a XRP perdeu uma faixa de suporte que vinha sendo respeitada ao longo de 2024. Com isso, aumentou a incerteza sobre o comportamento do ativo nos próximos dias. Regiões entre US$ 1,80 e US$ 1,90 passam a ser monitoradas como possíveis áreas de resistência em movimentos de correção.