A decisão de escolher o melhor investimento para abril segue cercada pela volatilidade global em meio ao avanço das tensões no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo e aumentou a percepção de risco nos mercados.
Este movimento traz impactos diretos na Bolsa, renda fixa e ativos internacionais. Com isso, investidores estão revendo estratégias, priorizando proteção e geração de renda em meio à incerteza para escolher qual o melhor investimento.
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Commodities e inflação pressionam mercados
A alta do petróleo elevou expectativas de inflação global, o que influencia diretamente os juros. Juros mais altos significam crédito mais caro e menor estímulo à economia, afetando ativos de risco como ações.
No Brasil, esse movimento reduz o espaço para cortes na taxa Selic e aumenta a volatilidade na Bolsa. Empresas ligadas a commodities, como petróleo e energia, tendem a se beneficiar desse cenário, já que seus lucros acompanham o preço internacional das matérias-primas. Nas últimas semanas, a Petrobras (PETR3; PETR4) determinou os rumos do Ibovespa na maioria dos pregões.
Dividendos ganham espaço na hora de investir
Diante da incerteza, cresce a busca por ativos com geração de renda, como ações que pagam dividendos e fundos imobiliários de crédito.
Em momentos de instabilidade, esses ativos tendem a suavizar oscilações no portfólio, e os dividendos funcionam como uma fonte de renda periódica. Em
Nos fundos imobiliários (FII), a preferência tem migrado para os chamados fundos de “papel”, que investem em títulos atrelados à inflação, oferecendo proteção em cenários de preços mais elevados.
BTG recomenda três ações para investir
O BTG Pactual recomendou nesta segunda-feira (4) três opções de investimento; entre elas estão os papéis da JBS (JBSS32). O banco avalia que a companhia avança na redução da dívida e alongamento de vencimentos.
Segundo o BTG, a listagem nos EUA pode destravar valor com entrada em índices. Margens pressionadas no curto prazo, mas diversificação sustenta resultados. Apesar da recomendação de compra, a instituição não divulgou um preço-alvo para a ação.
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Outra recomendação de compra do BTG foi para a Rumo (RAIL3). Na visão do banco, a empresa de logística deixou seus principais desafios para trás e os volumes seguem firmes, com soja sustentando operação e milho sem impacto relevante. O preço-alvo para a ação é de R$ 23.
O banco também espera por um volume de entregas de aeronaves da Embraer (EMBJ3) no primeiro trimestre acima do esperado em todos os segmentos.
Segundo o BTG, a carteira de pedidos robusta sustenta crescimento e revisões positivas e, mesmo com queda recente, os fundamentos seguem sólidos. Os papéis EMBJ3 têm recomendação de compra e preço-alvo de R$ 107.











