Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal vai investigar corrupção em concessionária citada na “lava jato”.
Investidora é condenada a pagar R$ 1,7 milhão por ganhar dinheiro com o chamado spoofing.
Agrícola cancela 3,6 milhões de ações e mantém alta invejável de papéis.
Veja o que movimenta o mercado:
Ministro aposentado do Supremo vai investigar corrupção na CCR
- A concessionária de rodovias CCR anunciou que o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso vai investigar as denúncias de corrupção na empresa.
- A CCR virou alvo da operação “lava jato” no fim de fevereiro
- As ações da empresa caíram 10% quando foi noticiada a suspeita de corrupção, indo de R$ 14,50 para R$ 12,08.
- O anúncio sobre a composição do Comitê Independente de investigação, por sua vez, levou a um aumento de 1,92% e as ações fecharam esta terça-feira (13/3) a R$ 12,74.
Administrador de carteira e investidora são punidos por fazer spoofing
- Um administrador de carteira de investimentos e sua empresa foram condenados pela CVM por fazer o chamado spoofing.
- O termo serve para descrever uma forma de manipular mercado por meio de ordens falsas de compra e venda.
- Ele, José Joaquim Paiffer, foi condenado a pagar R$ 648 mil.
- A sua investidora, Paiffer Management, terá de desembolsar R$ 1,7 milhão.
- A jogada serviu principalmente para manipular os preços de opções da Vale e da Petrobras, além de contratos futuros de dólar e de índice Ibovespa.
SLC Agrícola: Cancelamento de 3,6 milhões de ações
- Conselho aprovou o cancelamento de 3,6 milhões de ações ordinárias, mantidas em tesouraria, permanecendo o capital social da empresa inalterado.
- Assim, o capital de R$ 947 milhões passou a ser dividido em 95,2 milhões de ações ordinárias.
- As ações da empresa estão em ascensão desde o começo de 2017.
- Em janeiro de 2017, seus papéis custavam R$ 14, hoje saem por R$ 35,80.
Clique aqui para ver as maiores altas e baixas da última terça-feira (13/3) na Bovespa.

