As taxas dos contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros (DI) operam em alta após a fala da presidente do Bance Central Europeu, Cristiane Lagarde, aumentando o tom quanto a inflação, e dados do varejo nos EUA.
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Segundo Lagarde, o risco para inflação ascendente aumento, principalmente no curto prazo, o que aumenta também a possibilidade de uma subida agressiva na taxa de juros por lá.
Nos EUA, as vendas no varejo subiram 0,5% em março em comparação com o mês anterior, já descontados os fatores sazonais, e somaram US$ 665,7 bilhões, segundo dados divulgados pelo Departamento do Comércio. Esse fator também pressiona o FED a apertar a política monetária.
Segundo Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho, acredita que a pressão na nossa curva de juros é, portanto, uma combinação desses dois fatores. “Temos um aumento nas preocupações com o processo de normalização das políticas monetárias”, disse.
Por volta das 10h35 (horário de Brasília), o DI para janeiro de 2023 tinha taxa de 13,100% de 13,065% % no ajuste anterior projetava taxa de 12,765%, de 12,700%, o DI para janeiro de 2025 ia a 12,090%, de 12,030% antes, e o DI para janeiro de 2027 com taxa de 11,795% de 11,720%, na mesma comparação. No mercado de câmbio, o dólar operava em alta, cotado a R$ 4.7150 para venda.
Pedro de Carvalho / Agência CMA
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