O mercado virou e as taxas dos contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros (DI) fecharam em queda com uma boa percepção fiscal do Brasil ao investidor estrangeiro.
Quem explica é Álvaro Villa, economista da Messem Investimentos. “Queira ou não, o Brasil já está com juros muito alto e mundo lá fora tem juros real negativo”, diz. Além disso, segundo Villa, o Banco Central ao indicar que está chegando no fim do ciclo de aumento da Selic, força os traders a um reposicionamento.
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“O Brasil, em termos de cenário fiscal, quando comparado ao resto do mundo, não está tão ruim”, afirma. “Brasil e China são os mais atrativos entre os países emergentes”, finaliza.
Por volta das 16h30 (horário de Brasília), o DI para janeiro de 2023 tinha taxa de 12,620% de 12,620% % no ajuste anterior projetava taxa de 11,825%, de 11,840%, o DI para janeiro de 2025 ia a 11,095%, de 11,160% antes, e o DI para janeiro de 2027 com taxa de 10,855% de 10,980%, na mesma comparação. No mercado de câmbio, o dólar operava em queda, cotado a R$ 4,6110 para venda.
Pedro de Carvalho / Agência CMA
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