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Semana em 5 minutos: Cenário político brasileiro e Fed movimentam mercados

Redação Por Redação
28/nov/2025
Em Mercados, Notícias
Imagem: Divulgação

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A semana foi mais curta devido ao feriado de Ação de Graças nos EUA nesta quinta (27) e sexta-feira (28), que reduziu a liquidez dos mercados ao redor do mundo.

Ainda assim, o período foi positivo para os ativos de risco, impulsionados também pelas declarações recentes de dirigentes do Federal Reserve (Fed) sobre a possibilidade de corte de juros.

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No Brasil, o cenário político sinaliza uma disputa entre Legislativo e Executivo, o que pode comprometer a governabilidade a apenas dez meses das eleições presidenciais.

Nesta sexta-feira (28), o Monitor do Mercado traz mais uma edição do quadro “A Semana em 5 Minutos”, resumo semanal direto e sem enrolação assinado por Gil Carneiro. Clique aqui para começar a receber.

“Os homens hão de aprender que a política não é a moral e que se ocupa apenas do que é oportuno” – Henry David Thoreau.

Brasil: Crise política amplia incerteza fiscal

A última semana de novembro marcou um momento de tensão na articulação política do governo federal. A indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) sem consulta prévia ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, desencadeou um impasse entre Executivo e Legislativo.

A ausência de Alcolumbre e de Hugo Motta na cerimônia que anunciou a isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil simbolizou o início do racha. Em seguida, Motta rompeu com o líder do PT, enquanto Alcolumbre rompeu com o líder do governo no Senado.

O movimento resultou em uma série de retaliações no Congresso, como a derrubada de 52 vetos presidenciais à PEC do Desmatamento e a aprovação acelerada da aposentadoria especial para agentes de saúde. A proposta gera impacto fiscal relevante, ampliando a pressão sobre as contas públicas.

Diante do avanço legislativo, o governo sinaliza que poderá recorrer ao STF para tentar reverter decisões recentes. O cenário reforça o isolamento do Executivo e amplia incertezas sobre a condução fiscal — ponto sensível para investidores que acompanham risco-país, trajetória da dívida e curva de juros.

Inflação fica acima do esperado e emprego perde força

O IPCA-15 de novembro subiu 0,20%, acima da projeção de 0,18%. Apesar disso, a leitura foi considerada favorável pelos agentes financeiros, especialmente pelos núcleos de inflação, que permaneceram em queda.

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A prévia reforça as expectativas de corte da Selic em janeiro de 2026. Caso o IPCA cheio repita o mesmo ritmo, a inflação em 12 meses deve chegar a 4,48%, voltando ao teto da meta. O principal ponto de pressão no índice veio das passagens aéreas, com alta de 11,8%.

No mercado de trabalho, o Caged registrou criação líquida de 85 mil vagas formais em outubro, abaixo da expectativa de 105 mil. Foi o pior desempenho para o mês desde 2020. A desaceleração reduz a pressão inflacionária e fortalece a perspectiva de redução da taxa básica de juros.

Contas públicas fora do limite do arcabouço

Os dados fiscais de outubro apontaram aumento de 9,2% nas despesas no segundo semestre, mais que o dobro do avanço das receitas.

O gasto real no acumulado de 2025 está 3,3% acima da inflação — acima do limite de 2,5% definido pelo arcabouço fiscal. A dívida bruta chegou a 78,6% do PIB, sete pontos percentuais acima do nível do início do ano.

Estimativas indicam que, de 2023 a 2026, cerca de R$ 390 bilhões podem ter sido retirados das metas fiscais por meio de exceções legais. O quadro mantém a atenção dos investidores no risco fiscal, com impacto direto na curva de juros e no apetite por ativos domésticos.

EUA: Dirigentes do Fed reforçam chance de corte em dezembro

Um comentário do presidente do Federal Reserve (Fed) de Nova York, John Williams, sugerindo motivos para cortar os juros em dezembro, ajudou a limitar perdas no setor de tecnologia.

Dias depois, Christopher Waller manifestou apoio a uma redução de 0,25 ponto percentual na reunião de 10 de dezembro. Após sua fala, os índices americanos retomaram a trajetória de alta.

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O mercado agora precifica em 80% a probabilidade de corte no Fed Funds Rate. A sinalização reforça a expectativa de início de um ciclo de afrouxamento monetário nos EUA, o que tende a favorecer ativos de risco globais, incluindo os brasileiros.

Livro Bege indica estabilidade com risco para consumo

O Fed divulgou o Livro Bege desta semana, com relatos de estabilidade econômica, mas sinais de alerta. Varejistas e indústrias apontaram aumento nos preços de produtos importados devido às tarifas implementadas pelo governo Trump. Consumidores passaram a reduzir gastos, ajustando-se ao novo ambiente.

Apesar do payroll recente ter vindo positivo, há sinais de enfraquecimento do mercado de trabalho. Esse movimento reforça a avaliação de que os juros já estão restritivos o suficiente para permitir cortes graduais.

Os mercados: Bolsa e juros

O Ibovespa acumula alta de 32% no ano. O IFIX avança 17%. Já o dólar opera a R$ 5,33, com queda de 13% em 2025. O DI janeiro 2027 recuou para 13,59%, após começar o ano em 15,94%.

A queda na taxa reflete o fechamento da curva de juros — movimento que indica expectativa de cortes futuros na Selic. A combinação de possível afrouxamento monetário no Brasil e nos EUA favorece ativos de risco, como ações e títulos prefixados.

Nos Estados Unidos, o S&P 500 sobe 3,5% na semana e 16% no ano.

O ouro, tradicional ativo de proteção, acumula alta de 60% em 2025 — maior avanço desde a década de 1970. O movimento reflete busca por segurança diante de incertezas, inflação global persistente e déficits fiscais elevados.

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