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Morning Call: Risco político com possível candidatura de Flávio Bolsonaro apaga sequência de recordes da Bolsa 

Redação Por Redação
08/dez/2025
Em Mercados, Notícias
Morning Call:

Imagem: Divulgação

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Após retomar a sequência de recordes e chegar próximo dos 165 mil pontos, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, teve na última sexta-feira (5) a maior queda desde 2021, com rumores sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência em 2026.

O índice que performava bem durante a sessão, encerrou o dia em forte queda de 4,31%, aos 157.369 pontos e inicia a semana pressionado pela instabilidade política, ao mesmo tempo em que mede as expectativas para a decisão sobre os juros nesta super quarta.

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Em destaque na sessão, as ações de commodities tiveram quedas expressivas, com Petrobras em baixa de 4,48% nas ações ON e 3,54% nas PN, enquanto a Vale registrou queda de 2,36%.

No setor financeiro, o movimento também foi negativo: BTG Pactual desabou 7,91%, Banco do Brasil caiu 7,07% e o Itaú recuou 4,62%. Na ponta oposta, poucas ações conseguiram se destacar em alta. A Weg avançou 2,64%, enquanto a Yduqs liderou as perdas do dia, despencando 10,84%.

Já o dólar disparou 2,29% com as discussões políticas que derrubaram os mercados no Brasil, negociado a R$ 5,43 no fim do dia, maior nível desde 16 de outubro.

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No cenário internacional, as reuniões do Fed na super quarta (10) devem ditar o ritmo dos mercados globais nesta semana.

Nos Estados Unidos, apesar da forte aposta em mais um corte de 25 pontos-base — com 87% de probabilidade segundo o CME Group —, o Fomc está dividido, o que pode levar a uma decisão não unânime.

No Brasil, a Selic deve permanecer em 15%, e as atenções se voltam ao comunicado em busca de sinais sobre a possibilidade de o primeiro corte ocorrer já em janeiro.

Paralelamente, os mercados abrem em correção após as fortes quedas de sexta-feira, motivadas pela admissão de Flávio Bolsonaro, no fim de semana, de que pode retirar sua candidatura ao Planalto mediante um ‘preço’, que incluiria o apoio do Centrão a uma anistia para o ex-presidente, Jair Bolsonaro.

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Manchetes desta manhã

  • Mercado vê Selic em 15% e se divide sobre corte em janeiro (Valor)
  • Dívida pública global se aproxima de 100% do PIB e deve superar o patamar provocado pela pandemia (Folha)
  • Com quase 7 anos, inquérito das fake news segue aberto no Supremo por tempo indeterminado (Estadão)
  • Escalada de gastos do governo fora da meta fiscal supera R$ 170 bilhões (O Globo)
  • TCU avalia modelo de leilão bilionário de terminal em Santos (Valor)

Mercado global

As Bolsas da Europa buscam a estabilidade, à espera da decisão sobre os juros dos EUA. O BCE, também se reúne neste mês para discutir a política monetária; a expectativa de manutenção dos juros.

Entre os dados regionais, a produção industrial da Alemanha avançou 1,8% em outubro na comparação com setembro, superando com folga a expectativa de queda de 0,6%. No acumulado de 12 meses, houve alta de 0,8%.

Na Ásia, os índices fecharam majoritariamente em alta, com destaque para as ações da China, impulsionadas por dados de exportação melhores do que o esperado.

Segundo a Bloomberg, o Japão liderou as perdas nos títulos globais no último trimestre, refletindo tensões com a China e expectativas de mudança na política de juros do BoJ.

Nos mercados acionários asiáticos, o dia terminou majoritariamente em alta: apenas o Hang Seng caiu (-1,30%). Xangai (+0,54%), Shenzhen (+1,39%), Nikkei (+0,13%), Kospi (+1,34%) e Taiex (+1,15%) registraram avanços.

Em Nova York, os índices futuros iniciam a semana com leves ganhos na expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed) nesta super quarta.

Confira os principais índices do mercado:

• S&P 500 Futuro +0,1%
• FTSE 100 estável
• CAC 40 -0,1%
• Nikkei 225 +0,2%
• Hang Seng -1,2%
• Shanghai SE Comp. +0,5%
• MSCI World estável
• MSCI EM +0,1%
• Bitcoin +2% a US$ 92019,69

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Commodities

  • Petróleo: cai com temor sobre excesso de oferta e tensões geopolíticas. A divulgação dos relatórios mensais da AIE e da Opep+ nesta semana aumenta a expectativa, já que podem indicar produção acima da demanda. Além disso, as tensões geopolíticas, especialmente a falta de avanço em um cessar-fogo na Ucrânia, seguem pressionando o sentimento do mercado.

    O Brent/fev cai 0,85%, cotado a US$ 63,21 e o WTI/jan ercua 0,90%, a US$ 59,54.
  • Minério de ferro: fechou em queda de 1,43% em Dalian, na China, cotado a US$ 107,59/ton.

    Em Singapura, os contratos futuros caem 1,02%, cotados a US$ 101,95/ton e o mercado à vista está recua 0,75%, cotado a US$ 106,10/ton

Cenário internacional com foco no Fed

Nos EUA, a semana começa com atenção total voltada para esta super quarta, quando o Fed anunciará sua decisão de política monetária.

Já a agenda econômica americana não traz indicadores relevantes. No domingo (7), porém, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, estimou que o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano deve encerrar o ano com alta de 3%, ligeiramente acima da expansão de 2,8% registrada em 2024.

Na China, o superávit comercial anual superou pela primeira vez a marca de US$ 1 trilhão, alcançando US$ 1,07 trilhão. Apesar da queda nas exportações para os EUA, houve aumento das vendas para o Sudeste Asiático, África, América Latina e União Europeia. Em novembro, as exportações chinesas avançaram 5,9% na comparação anual.

Outro dado relevante na Ásia veio do Japão: o PIB do terceiro trimestre retraiu 2,3% em termos anualizados, queda maior do que a prevista. O resultado reflete uma forte revisão para baixo nos investimentos corporativos — de +1% para -0,2% — e a fraqueza da demanda externa, pressionada pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos a grande parte das exportações japonesas.

Cenário nacional também precifica aposta nos juros

No Brasil, o Boletim Focus é o principal destaque do dia, trazendo as novas projeções dos analistas após a recente volatilidade. Às 15h, a Secex divulga a balança comercial semanal.

Ao longo da semana, todas as atenções se voltam para a última reunião do Copom em 2025. O comitê se reúne na terça e na quarta-feira para definir a taxa básica de juros, e a expectativa predominante no mercado é pela manutenção dos atuais 15% ao ano.

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Destaques do mercado corporativo

  • Petrobras: espera assinar ainda este ano o acordo de acionistas da Braskem, considerado “bem encaminhado” pela diretoria.
  • PetroRecôncavo: produção média sobe 1% em novembro, para 25,1 mil boe/dia.
  • CSN: negocia venda parcial ou totalmente de fatia na MRS para a CSN Mineração, visando reforçar caixa e aliviar dívidas.
  • Marfrig: realiza leilão de ações fracionárias e arrecada R$ 519 mil a R$ 20,05 por papel.
  • Minerva: recompra antecipadamente US$ 166 milhões em bonds que venceriam em 2028, pagando valor de face.
  • Santander: emite R$ 2,36 bilhões em letras financeiras subordinadas, fortalecendo o Nível II do capital regulatório.
  • LWSA: reduz capital social em R$ 423,7 milhões e devolve valores aos acionistas, além de absorver prejuízo contábil ligado à venda da Wake.




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