O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (11) praticamente estável, com leve alta de 0,07%, aos 159.189 pontos — fazendo o índice se aproximar novamente do patamar de 160 mil pontos.
A alta marcou a terceira sessão de recuperação da Bolsa, que ainda processa a queda de 4,31% registrada na última sexta-feira (5), após o anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.
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Hoje, o senador voltou a comentar a disputa eleitoral de 2026 e afirmou que a reprecificação dos ativos ocorreu por expectativas relacionadas ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Flávio também disse que sua eventual desistência dependeria de um cenário “impossível” — a candidatura de Jair Bolsonaro.
Na semana, o Ibovespa avança 1,16%. No mês, acumula ganho de 0,07% e, no ano, sobe 32,35%.
Destaques do Ibovespa
A estabilidade ficou nítida no cabo de guerra entre Vale e Petrobras, duas das ações com maior peso no índice. A mineradora subiu 1,32%, enquanto a estatal recuou 2,03% (ON) e 2,13% (PN). No setor financeiro, o destaque foi o Bradesco, com altas de 0,64% (ON) e 1,15% (PN).
Entre as maiores altas do dia ficaram Hapvida (+3,41%), RD Saúde (+3,22%) e Vivara (+2,67%). Já Suzano (-4,26%), Magazine Luiza (-4,10%) e Usiminas (-2,76%) lideraram as maiores quedas.
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Expectativa de corte da Selic só em março
Analistas reforçam que a postura mais dura do Copom praticamente elimina a chance de redução da Selic em janeiro. Em fala ao Broadcast, Marcos Freitas, da AF Invest, afirmou que a autoridade monetária mantém a indicação de juros contracionistas por período prolongado.
Já Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, avalia que os ajustes no comunicado afastam a possibilidade de cortes antes de março.






