Em 2026, o Fiat Argo segue como uma opção racional para quem busca robustez e baixo custo de manutenção. O hatch aposta em atualizações pontuais de design e conectividade para se manter relevante diante da concorrência renovada.
O motor Firefly garante economia no dia a dia?
O motor 1.0 Firefly de três cilindros continua sendo o coração valente das versões de entrada do modelo. Ele entrega torque em baixas rotações, o que facilita muito as saídas em semáforos e ladeiras íngremes. Assim, o motorista sente o carro esperto no trânsito urbano sem precisar acelerar fundo o tempo todo.
Já o câmbio CVT acoplado ao motor 1.3 trouxe o conforto que faltava para enfrentar congestionamentos pesados. A transmissão simula sete marchas e prioriza a eficiência energética para manter o consumo em níveis aceitáveis. Logo, essa combinação se tornou a favorita de quem busca descanso para o pé esquerdo na cidade.

Quais são os principais itens de série?
A Fiat equipou a linha 2026 com uma central multimídia atualizada que conversa melhor com celulares modernos. O sistema Uconnect é intuitivo e permite o espelhamento de mapas sem a necessidade de cabos pendurados no painel. Consequentemente, a cabine ficou mais limpa e organizada para o uso diário de motoristas e passageiros.
Confira abaixo os equipamentos que valorizam o modelo frente aos rivais diretos de entrada:
- Ar-condicionado digital automático nas versões de topo.
- Controle de tração e estabilidade de série.
- Sistema Keyless para abertura de portas e partida.
- Direção elétrica progressiva com ajuste de altura.
O espaço interno traseiro acomoda dois adultos com dignidade, embora o terceiro passageiro aperte um pouco. O acabamento utiliza texturas diferentes no painel para disfarçar a simplicidade dos plásticos rígidos utilizados na montagem. Enfim, a sensação geral é de um carro honesto que entrega exatamente o que cobra pelo preço.
O consumo de combustível vale a pena?
A calibração dos motores foca na autonomia para reduzir as visitas ao posto de gasolina durante a semana. O modelo 1.0 manual consegue médias excelentes na cidade, superando muitos concorrentes que utilizam motores turbo mais beberrões. Portanto, ele continua sendo uma ferramenta de trabalho muito lucrativa para frotistas e motoristas de aplicativo.
A seguir, veja os dados da tabela com as médias de consumo aferidas para as versões principais:
| Versão | Consumo Urbano (Gasolina) | Consumo Rodoviário (Gasolina) |
| 1.0 Manual | 14,2 km/l | 15,8 km/l |
| 1.3 CVT | 12,8 km/l | 14,6 km/l |
| 1.0 Turbo CVT | 12,1 km/l | 14,1 km/l |

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Como é o custo de manutenção?
A mecânica simples da família Firefly barateia muito as revisões periódicas nas concessionárias da rede. Peças de desgaste natural, como pastilhas e filtros, possuem preços acessíveis e alta disponibilidade no mercado paralelo. Dessa forma, o proprietário não sofre com a escassez de componentes caso precise de um reparo urgente.
A suspensão elevada foi projetada especificamente para suportar a buraqueira do asfalto brasileiro sem reclamar. O conjunto absorve impactos severos e protege a estrutura do veículo contra danos prematuros em longo prazo. O próximo passo ideal é cotar o seguro do modelo, que costuma ser um dos mais baratos da categoria.