Em um cenário em que os relógios inteligentes se popularizaram e alguns modelos chegam facilmente aos R$ 2.000, cresce o interesse por opções mais acessíveis que entregam o essencial sem pesar no orçamento. Muitos consumidores buscam apenas recursos básicos de monitoramento de saúde e notificações de mensagens, sem necessidade de funções avançadas, e nesse contexto os smartwatches de até R$ 120 ganham espaço ao oferecer o que grande parte do público realmente utiliza no dia a dia.
Smartwatch barato vale a pena para monitorar a saúde?

A palavra-chave central aqui é smartwatch barato, pois resume o interesse em relógios inteligentes de entrada que monitorem bem a saúde. Esses modelos costumam oferecer medição de batimentos cardíacos, registro de sono e contagem de passos, recursos presentes também em relógios premium.
A diferença principal aparece na precisão dos sensores, na quantidade de métricas e na integração com outros serviços, mas não necessariamente na utilidade para o usuário comum. Para quem deseja apenas um acompanhamento geral, os dados tendem a ser suficientes, desde que não sejam considerados ferramenta de diagnóstico médico.
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Quais são as funções essenciais em um smartwatch barato?
Ao comparar um smartwatch de até R$ 120 com modelos de R$ 2.000, é comum perceber que muitos usuários utilizam quase sempre as mesmas funções básicas. Entre elas, destacam-se alguns recursos que concentram o que a maioria realmente usa no dia a dia:
- Monitor de batimentos cardíacos em tempo real ou em intervalos regulares;
- Alertas de chamadas e mensagens de aplicativos como WhatsApp, SMS e redes sociais;
- Contagem de passos e monitoramento de atividades simples;
- Controle de sono com relatórios de horas dormidas;
- Bateria longa, muitas vezes chegando a 7–10 dias ou mais.
O que diferencia os relógios de R$ 2.000 dos modelos baratos?

Os smartwatches premium de valores próximos a R$ 2.000 costumam oferecer recursos que vão além do básico, como GPS integrado com maior precisão, sensores mais avançados, maior resistência à água e integração profunda com o ecossistema do celular. Em alguns casos, entram ainda funções de eletrocardiograma, medição de estresse e oxigenação do sangue.
Esses modelos também trazem materiais mais sofisticados, telas de maior qualidade, brilho elevado e construção mais robusta. Além disso, permitem instalar aplicativos diretamente no relógio, armazenar músicas para ouvir sem o celular e usar métodos de pagamento por aproximação, atendendo perfis que exigem mais conectividade e funções esportivas.
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Por que muitos usuários permanecem apenas com o básico do smartwatch barato?
Na prática, boa parte das pessoas acaba utilizando o relógio inteligente apenas para olhar as horas, receber notificações, conferir o número de passos e consultar a frequência cardíaca em situações pontuais. Nesse contexto, um relógio inteligente barato atende à necessidade principal com custo muito menor, especialmente quando o foco está em monitoramento simples de saúde e em se manter conectado sem tirar o celular do bolso a todo instante.
Ao comparar as funções realmente usadas com o que os aparelhos entregam, surge a dúvida: por que pagar caro se o modelo básico faz o principal com eficiência? Para quem não precisa de GPS avançado, pagamentos pelo pulso ou aplicações específicas, o investimento em um smartwatch econômico tende a ser mais racional, com foco em monitoramento essencial, notificações em tempo real e autonomia de bateria de cerca de 10 dias.


