A bioconstrução atesta que os telhados forrados há 300 anos com a técnica viking de algas marinhas entrelaçadas não se tornam palha podre com a maresia eles desenvolvem silenciosamente algo que a maioria das telhas de cerâmica nunca conseguirá oferecer a capacidade química de petrificar ao ar livre criando uma couraça à prova de fogo e furacões

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