As taxas dos contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros (DI) operam em leve alta. O mercado opera em clima de maior apetite global ao risco, motivado pela expectativa da inflação dar sinais de trégua nos Estados Unidos. O índice de preços ao consumidor será divulgado amanhã.
Para o sócio fundador da Pronto! Invest, Vanei Nagem, “a indefinição sobre os juros dos Estados Unidos faz com que os juros sigam incertos”. O executivo acredita que existe a chance que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) aumente os juros em 0,5 ponto percentual (pp) na reunião da próxima semana.
Nagem entende que caso as projeções de menor pressão inflacionária se confirmem nos Estados Unidos, a tendência é que o impacto inflacionário no Brasil tenha ainda mais espaço para recuar.
Por volta das 9h56 (horário de Brasília), o DI para janeiro de 2023 tinha taxa de 13,730% de 13,725% no ajuste anterior para janeiro de 2025 ia a 11,765%, de 11,935% antes, e o DI para janeiro de 2027 com taxa de 11,305% de 11,295%, na mesma comparação. No mercado de câmbio, o dólar operava em queda, cotado a R$ 5,1360 para venda.
Paulo Holland / Agência CMA
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