Depois de passar boa parte do dia operando em alta, as bolsas dos EUA fecharam esta terça-feira (8) em queda. A direção se inverteu após a Casa Branca confirmar uma nova tarifa adicional de 50% sobre produtos chineses — cumprindo a ameaça feita por Donald Trump.
Em Nova York, os índices chegaram a quarta sessão consecutiva de queda, com exceção do Nasdaq, que subiu levemente ontem. Como resultado, o S&P 500 fechou abaixo dos 5.000 pontos pela primeira vez em um ano.
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Desempenho dos índices
- Dow Jones recuou 0,84% (37.645,59 pontos);
- S&P 500 perdeu 1,57% (4.982,78 pontos);
- Nasdaq caiu 2,15% (15.267,91 pontos).
Movimentação no mercado corporativo
As ações da Apple recuaram quase 5%, fechando a US$ 172,42. Desde o fechamento em 2 de abril, a queda acumulada chega a 20,4%, o que representa uma perda de US$ 693,9 bilhões em valor de mercado.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o presidente Donald Trump “com certeza” deseja que os iPhones sejam produzidos nos EUA. Atualmente, a maioria dos produtos da Apple é montada na China.
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Dois bancos rebaixaram o preço-alvo das ações da Apple. O Morgan Stanley reduziu de US$ 252 para US$ 220, e o KeyBanc cortou de US$ 200 para US$ 170.
As ações da Nvidia subiram 1,4%, para US$ 96,30, após realizarem parte dos ganhos do dia. A empresa ainda não foi incluída nos planos tarifários, mas investidores monitoram o risco de impacto, já que a Nvidia é a maior fabricante mundial de chips de inteligência artificial.











