O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta segunda-feira (12) praticamente estável, com leve alta de 0,04%, aos 136.563 pontos. O giro financeiro foi de R$ 24,4 bilhões.
Segundo analistas, a entrada de recursos que vinha favorecendo a B3 desde abril, motivada pelo receio de recessão nos EUA, pode estar perdendo força diante da retomada da atratividade dos ativos americanos.
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A pequena variação do índice da B3 contrastou com as bolsas de Nova York, que fecharam em forte alta diante do acordo entre Estados Unidos e China. A medida reduziu o temor de uma recessão nos Estados Unidos e animou os mercados.
O acordo provisório entre as duas maiores economias do mundo prevê a redução das tarifas comerciais recíprocas de 125% para 10% durante 90 dias. Apesar disso, a Casa Branca manteve uma tarifa adicional de 20% sobre produtos chineses.
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Destaques do Ibovespa
Os papéis de empresas ligadas a commodities foram os principais responsáveis pela leve alta do Ibovespa. As ações da Vale (VALE3) subiram 2,51%, enquanto Petrobras (PETR3) avançou 2,71% e PETR4 teve alta de 2,39%. Mesmo assim, ambas encerraram o dia na mínima
Esses papéis, que têm grande peso no índice, compensaram o desempenho negativo dos grandes bancos, que passaram por correções após divulgarem resultados trimestrais positivos. A ação preferencial do Itaú (ITUB4) caiu 2,01%.
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Entre as maiores altas do dia, ficaram Braskem (+6,05%), Prio (+5,15%) e Magazine Luiza (+4,65%). Enquanto isso, IRB (-4,51%), Marcopolo (-3,52%) e Rumo (-3,03%) tiveram os piores desempenhos da sessão.
Acompanhe gráfico Ibovespa (em tempo real):
Dólar sobe com pressão externa
O dólar fechou em alta de 0,52%, cotado a R$ 5,68. A moeda americana também se valorizou frente a outras divisas relevantes, como euro, iene e libra, refletindo o fortalecimento do dólar no mercado internacional. Esse movimento é medido pelo índice DXY, que compara o dólar com uma cesta de moedas.












