O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta terça-feira (13) em alta de 1,76%, aos 138.963,11 pontos, atingindo um novo recorde de fechamento — primeira vez na história acima de 138 mil pontos. O volume financeiro foi de R$ 27,7 bilhões.
Durante o pregão, o índice chegou a atingir 139.418,97 pontos, também marcando um novo recorde intradiário. Esta foi a quarta alta consecutiva do principal índice da B3.
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A alta foi impulsionada pela leitura da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que trouxe alívio ao mercado, e por dados positivos da inflação nos Estados Unidos, que vieram abaixo do esperado.
Com a alta, o Ibovespa acumula ganho de 1,80% na semana, 2,88% no mês de maio e 15,53% em 2025.
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Trégua comercial entre EUA e China
Outro fator positivo para os mercados foi a redução das tensões comerciais entre Estados Unidos e China. A trégua e a revisão para cima do crescimento chinês ajudaram o índice VIX — conhecido como “índice do medo” de Wall Street — a operar abaixo de 20 pontos. No começo de abril, o índice ultrapassou os 50 pontos.
Destaques do Ibovespa
As ações da Petrobras também contribuíram para o avanço do Ibovespa, com alta de 0,59% (ON) e 1,52% (PN). A Vale, papel de maior peso no índice, subiu 1,64%. No setor financeiro, os papéis operaram no azul, com destaque para Bradesco PN (+2,15%) e Banco do Brasil ON (+2,03%).
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Entre as maiores altas do dia, ficaram Hapvida (+11,30%), Azul (+10,85%) e CVC (+9,29%). Enquanto isso, Yduqs (-8,48%), JBS (-2,48%) e Brava (-2,35%) tiveram os piores desempenhos da sessão.
Acompanhe gráfico Ibovespa (em tempo real):
Fluxo estrangeiro
O cenário mais favorável tem gerado forte entrada de investidores estrangeiros na B3. Só nos primeiros dias de maio, o saldo está positivo em mais de R$ 6 bilhões. Em entrevista ao Estadão Broadcast, Rodrigo Moliterno, da Veedha Investimentos, disse que no acumulado do ano, a entrada líquida já soma R$ 16,5 bilhões.












