O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta terça-feira (24) em alta de 0,45%, aos 137.164,61 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 21,3 bilhões.
A alta veio após a trégua anunciada entre Israel e Irã, que reduziu a tensão e volatilidade no mercado, e a ata do Comitê de Política Monetária (Copom), que confirmou uma pausa no ciclo de alta dos juros.
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O documento também reforçou o compromisso do Banco Central (BC) de manter os juros elevados — atualmente em 15% ao ano — pelo tempo necessário para conter a inflação.
Na semana, a Bolsa acumula leve alta de 0,04% e, no mês, sobe 0,10%. No acumulado do ano, o índice registra valorização de 14,03%.
Destaques do Ibovespa
A queda de mais de 6% no petróleo impactou a Petrobras: as ações ordinárias (PETR3) recuaram 2,09% e as preferenciais (PETR4), 1,97%. A Vale fechou em leve queda de 0,02%. No setor bancário, a alta foi generalizada, com destaque para Itaú (1,89%), Santander (1,82%) e Banco do Brasil (1,66%).
Entre as maiores altas do dia, ficaram Vamos (+7,23%), Engie (+5,19%) e CVC (+4,80%). Por outro lado, Brava (-6,90%), PetroReconcavo (-4,67%) e BRF (-4,64%) tiveram os piores desempenhos da sessão.
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Acompanhe o gráfico Ibovespa (em tempo real):
Discurso de Powell mantém expectativa por corte de juros
Nos Estados Unidos, o mercado também repercutiu o depoimento do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, ao Congresso.
Embora Powell tenha evitado indicar uma data para o início dos cortes de juros, ele reconheceu que há sinais de melhora na inflação. O presidente do Fed afirmou que não há “pressa” para iniciar a flexibilização monetária, sustentando a expectativa de possíveis cortes ainda em 2025.
Powell mencionou que o impacto das tarifas comerciais defendidas por Donald Trump ainda é incerto, o que contribuiu para a decisão de manter os juros estáveis na última reunião do Fed.












