O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou a última sessão de agosto em alta de 0,26%, atingindo um novo recorde, aos 141.422,26 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 23 bilhões. Durante a sessão, o índice chegou a tocar os 142.378,69 pontos, renovando seu recorde intradiário.
A alta, segundo analistas, foi impulsionada pela divulgação da inflação nos Estados Unidos, medida pelo PCE — índice de inflação preferido do Federal Reserve (Fed) —, que veio em linha com as expectativas, reforçando a possibilidade de cortes de juros na maior economia do mundo já em setembro.
Isso porque expectativas de redução dos juros nos EUA costumam favorecer ativos de risco, já que tornam os títulos públicos americanos menos atrativos. O movimento costuma aumentar o fluxo de capital para mercados emergentes, como o Brasil.
- Você já pode replicar as operações de um dos maiores especialistas do agro no mercado financeiro — veja como começar em poucos cliques.
Na semana, a Bolsa avançou 2,50%, seu quarto resultado positivo seguido. Esse foi o melhor desempenho semanal desde agosto de 2024. Em agosto, a valorização foi de 6,28%, também o melhor resultado desde agosto do ano passado. No ano, a alta já soma 17,57%.
Destaques do Ibovespa
A Petrobras avançou 0,81% (ON) e 0,55% (PN), enquanto Vale subiu 0,29%. No setor bancário, os ganhos foram de 0,14% (Santander Unit) a 1,62% (Banco do Brasil ON).
Entre as maiores altas do dia ficaram Raízen (+7,34%), Marfrig (+5,37%) e Magazine Luiza (+4,46%). Por outro lado, RD Saúde (-6,90%), Porto Seguro (-1,99%) e Prio (-1,84%) tiveram os piores desempenhos da sessão.
A alta da Raízen foi impulsionada pelo anúncio de venda de duas usinas por R$ 1,54 bilhão, maior venda da história da companhia. O mercado viu a medida como forma de reduzir seu endividamento.
Acompanhe o gráfico Ibovespa (em tempo real):
- A informação que os grandes investidores usam – no seu WhatsApp! Entre agora e receba análises, notícias e recomendações.











