As taxas dos contratos futuros de Depósitos Interfinanceiros (DI) operam em alta após uma cesta de índices de inflação acima do esperado.
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Nesta quarta-feira (6), o Indice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 2,37% em março, percentual superior ao apurado no mês anterior, quando variara 1,50%.
Para Nicolas Borsoi, economista da Nova Futura, a curva curta de juros está reagindo aos índices de inflação acima do esperado. Além do IGP-DI, tivemos recentemente IGP-M, IPCA-15 e IBGE.
“Além disso, estamos sofrendo uma reprecificação do mercado de juros global”, afirma.
Diretora do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Lael Brainard afirmou ontem que a instituição “continuará a apertar a política monetária de modo metódico, com uma série de altas nos juros”. Ela é considerada um dos membros mais dovish do comitê.
Por volta das 10h30 (horário de Brasília), o DI para janeiro de 2023 tinha taxa de 12,760% de 12,715% % no ajuste anterior projetava taxa de 12,140%, de 12,000%, o DI para janeiro de 2025 ia a 11,495%, de 11,335% antes, e o DI para janeiro de 2027 com taxa de 11,235% de 11,085%, na mesma comparação. No mercado de câmbio, o dólar operava em alta, cotado a R$ 4,6930 para venda.
Pedro de Carvalho / Agência CMA
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