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XP vê risco eleitoral, mas mantém visão positiva para a Bolsa em 2026 com corte de juros

Por Thiago de Souza
09/dez/2025
Em Empresas e ações, Mercados, Notícias
Imagem: Piqsels

Imagem: Piqsels

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A XP Investimentos está apostando que o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, manterá uma performance sólida em 2026 com a perspectiva de corte nos juros no Brasil e nos Estados Unidos.

Nesta segunda-feira (8), durante coletiva de imprensa para a apresentação do relatório “Onde Investir em 2026”, Fernando Ferreira, estrategista-chefe e head de research da XP, lembrou como a Bolsa tende a se beneficiar durante o ciclo de corte nos juros norte-americanos.

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“Durante os últimos oito ciclos de cortes nos EUA, o Ibovespa em dólares subiu 41,2%, mais do que o S&P e o Russell 2000”, explicou Ferreira.

Para a corretora, o ritmo da política monetária só deve apertar em março, quando se iniciará uma sequência seis cortes consecutivos de 0,5 p.p. levando a taxa Selic para 12% — faixa considerada terminal para a XP.

CDI é atraente, mas não inquestionável

O documento destaca que o Brasil entra em 2026 com inflação convergindo para a meta, atividade moderada e política monetária em processo de flexibilização.

Segundo o material, o investidor deve se preparar para um ambiente diferente dos últimos três anos, quando o CDI foi um dos principais motores de retorno.

“O CDI não deve entregar a mesma rentabilidade que tivemos no ciclo de juros altos. O investidor precisará diversificar mais para capturar retornos consistentes”, aponta o relatório.

Durante a coletiva, Arthur Wichmann, CIO da XP, afirmou que: “Embora o CDI seja atrativo com os juros altos, ele não é exatamente aquilo que pensamos e foi superado por uma série de ativos”.

Inflação sob controle e Selic em gradual redução

A XP projeta que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) continuará recuando nos próximos meses, terminando 2025 em 4,3% antes de recuar levemente para 4,2% ao final de 2026.

Na visão da equipe de analistas da corretora, a desaceleração dos preços abre espaço para cortes adicionais na Selic ao longo do ano. A trajetória depende, porém, de um quadro fiscal estável.

“A queda de juros tende a melhorar as condições financeiras e reduzir o custo do capital, beneficiando ativos de risco”, afirma a XP.

O que pode funcionar na renda fixa

Mesmo ainda relevante no portfólio, a XP afirma que o ciclo de juros mais baixos exige seleção mais criteriosa. O relatório destaca três eixos:

1. Pós-fixados (CDI) — ainda úteis como reserva e liquidez, mas com menor retorno esperado
2. Prefixados — podem capturar ganhos se a Selic cair mais rápido
3. Títulos IPCA+ — proteção real e potencial valorização na curva longa

Na renda fixa, a XP recomenda prazo médio entre cinco e seis anos. Para a analista Mayara Rodrigues, o retorno ajustado ao risco continua atraente na NTN-B e no crédito privado, mesmo com inflação em queda.

“As taxas reais seguem elevadas, próximas a 7%. Vemos bom risco-retorno em títulos longos […] IPCA+ e prefixados tendem a superar o CDI no ciclo de cortes”, disse.

A XP aponta que o governo segue pagando caro pela dívida pública, reflexo do descontrole de gastos, o que mantém a taxa real elevada e abre janela para valorização dos papéis atrelados ao IPCA.

Renda fixa internacional

Outro ponto citado pela equipe é a possibilidade de diversificar o portfólio com renda fixa internacional.

“Investir em ativos dolarizados reduz a exposição ao risco país e amplia o acesso a oportunidades, considerando que o mercado brasileiro representa apenas cerca de 1% do mercado global”, escrevem Camilla Dolle, head de renda fixa e Mayara Rodrigues, analista de RF.

No relatório, as analistas recomendam alocar pelo menos 15% da carteira em ativos internacionais como forma de proteção e equilíbrio, principalmente para ativos com duration média entre 4 e 5 anos.

“Com a desvalorização do dólar ao longo do ano, reforçamos que a decisão de investir deve considerar a estratégia de longo prazo”, completam.

Bolsa em 185 mil pontos no cenário-base

Com juros em trajetória de queda, a XP aponta a Bolsa brasileira como um dos pilares da estratégia para o ano. A expectativa é de melhora na geração de lucro das empresas e maior apetite por risco.

Durante a apresentação, a corretora traçou três cenários possíveis para o Ibovespa nos próximos anos (pessimista, base e otimista).

Cenário-base: A corretora projeta que o valor justo do Ibovespa para o final de 2026 é de 185 mil pontos (revisaram de 170 mil anteriormente). Entre as justificativas para o número, estão as taxas reais de juros no longo prazo começando a cair e a expansão de múltiplos.

Cenário pessimista: Nesta hipótese, a XP projeta a possibilidade de que os lucros/EBITDA serão 10% menores, os juros reais aumentariam para 8,5%, e os múltiplos comprimiriam para suas mínimas. Com isso, a faixa projetada para o Ibovespa seria de 144 mil pontos.

Cenário otimista: No cenário otimista, a corretora calcula uma relação lucros/Ebitda 10% maiores do que o cenário-base, juros reais em 5,5%, e uma expansão de múltiplos para 12x P/L projetado e 6,5x EV/Ebitda. Nesta projeção, o Ibovespa subiria mais de 40%, alcançando 223.908 pontos.

Setores citados como potenciais beneficiados:

  • consumo e varejo (sensíveis a crédito e renda)
  • construção e infraestrutura
  • bancos
  • energia e utilities
  • commodities como proteção global

A casa reforça que o Ibovespa pode se beneficiar do fluxo estrangeiro caso o cenário fiscal permaneça sob controle.

Impacto das eleições na Bolsa

Ferreira afirmou durante a coletiva que os fatores domésticos (juros e eleições) desempenharão forte pressão sobre o preço dos ativos. Além da expectativa de Selic caindo para 12%, o estrategista-chefe acredita que se houver avanço nas reformas fiscais e um sinal de estabilização da relação dívida/PIB, pode ser que destrave valor da Bolsa.

Historicamente, a volatilidade do mercado sobe consideravelmente seis meses antes das eleições. Para Ferreira, a queda brusca do Ibovespa de 4,31% na última sexta-feira (5) em meio a possibilidade de Flávio Bolsonaro disputar a Presidência já foi um preâmbulo disso.

“Na eleição de 2022, por exemplo, a volatilidade subiu de forma significativa entre cerca de 36 pregões antes do primeiro turno até aproximadamente 60 pregões após o segundo turno”, escrevem Fernando Ferreira e os estrategistas de ações Felipe Veiga e Raphael Figueredo.

Ações preferidas na Bolsa e exposição a países

Considerando um horizonte de médio prazo (3 a 18 meses), a XP está posicionada acima do neutro em somente dois mercados: China e países emergentes.

Para a segunda maior potência do mundo, pesa a favor as oportunidades ligadas ao setor de IA. Enquanto para os emergentes as eleições seguem no radar na América Latina.

Para Estados Unidos, Europa e Reino Unido a exposição está neutra, sendo que houve elevação na perspectiva para os EUA. O único país que conta com alocação abaixo do neutro é o Japão, visto que os ativos passaram por forte expansão de múltiplos de longo prazo.

Já para as ações, as preferidas da XP por setor são:

  • Bancos e setor financeiro:
    Itaú (ITUB4) – Preço-alvo: R$ 45
  • Bens de capital:
    Marcopolo (POMO4) – Preço-alvo: R$ 9,50
  • Elétricas:
    Equatorial (EQTL3) – Preço-alvo: R$ 53,40
  • Incorporadoras:
    Cyrela (CYRE3) – Preço-alvo: R$ 37
  • Mineração:
    Aura Minerals (AURA33) – Preço-alvo: R$ 68
  • Óleo, gás e petroquímicos:
    Prio (PRIO3) – Preço-alvo: R$ 60
  • Papel e celulose:
    Suzano (SUZB3) – Preço-alvo: R$ 92
  • Shoppings:
    Iguatemi (IGTI11) – Preço-alvo: R$ 32
  • Saneamento:
    Sabesp (SBSP3) – Preço-alvo: R$ 126,40
  • Tecnologia:
    Bemobi (BMOB3) – Preço-alvo: R$ 30,50
  • Telecomunicações:
    Telefônica Brasil (VIVT3) – Preço-alvo: R$ 36
  • Transportes:
    Rumo (RAIL3) – Preço-alvo: R$ 27
  • Varejo:
    Smart Fit (SMFT3) – Preço-alvo: R$ 32
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